Posts Tagged ‘Metodologia

14
out
11

Design publicitário?

Dando continuidade aos posts voltados para design, agora com um foco maior no gráfico.

Palavrinhas chaves nos dias de hoje, enquanto sociedade, Mercado e Propaganda. Quem nunca ouviu falar dessas palavrinhas? Podemos até não compreende-las corretamente (o que é comum, visto que todas abrangem significados bem complexos de sistemas), mas certamente se pudéssemos entrevistar pessoas nas ruas e perguntassem o que é publicidade/mercado/propaganda para elas, muitas teceriam comentários no mínimo, pertinentes acerca dessas áreas.

Existem diversas formas de publicidade/marketing e propaganda. Se estudarmos a fundo essas áreas veremos milhões de estratégias, modos, pensamentos e até mesmo gestalt atuando na construção e funcionamento das mesmas. A verdade é que a definição destas três disciplinas ainda não são claras para mim – muitos dizem que são coisas distintamente diferentes, mas ao meu ver as três se complementam e atuam uma sobre a outra. Para fins objetivos irei me ater neste momento ao marketing/publicidade inicialmente.

No design gráfico é comum associarmos de maneira quase que inerente a publicidade ou o marketing a área. Pois lidamos com o público alvo, famoso alvo de pesquisas e análises. Conhecer seu público/cliente é algo considerado obrigatório afim de se ter um “bom” design (aquele que comunica visualmente sem esforço, lembram?). Felizmente existem designers gráficos que discordam disto, o que gera discussão e no mínimo, nos fará pensar – Publicidade e marketing tem presença obrigatória no design gráfico?

Eu diria, não, não tem. Depende de sua finalidade com aquele projeto. Se for para agradar o cliente que tá te pagando, então terá sim, você fará de tudo para vender sua ideia e agradar. Se seu projeto for para a solução de um problema de um sistema ou projeto gerado por você, onde o cliente tem consciência que seu gosto pessoal não é importante, então não, seu objetivo estará claro como uma resolução sistemática de um problema e não em agradar um possível público alvo.

Segue uma citação abaixo do livro “Alexandre Wollner e a formação do design moderno no Brasil” da Cosac Naify, para fins ilustrativos da questão levantada.

Quando o departamento de marketing, mais ligado à publicidade, faz a intermediação, o cliente sempre vai dizer coisas do tipo: “Não gostei desse vermelho, consultei minha mulher e ela me disse que não pode ser vermelho.” O diretor de marketing vai ao escritório e pede para mudar. Eu não posso fazer isso.

Wollner expõe um fato comum, que já vi diversas vezes ser retratado por professores militantes na área, por mim e diversos outros amigos que trabalham com freelas ou estagiam – o gosto “pessoal” interferindo em seu trabalho e a intermediação do cliente feito por um departamento “comercial” ou de “publicidade/marketing.”

O compromisso do design gráfico (nestes casos, ao meu ver) não é ser uma máquina de agrado e sim de resolução de problemas em um nível semiológico. Não é apenas apertar a porca e evitar o vazamento do cano de água velho e enferrujado e sim a substituição do sistema inteiro para evitar futuros vazamentos.

Penso em design como projeto, sistema. Podemos desenvolver sistemas para uma identidade visual completa ou até mesmo para cartazes. Talvez por um motivo cultural brasileiro (o famoso dá um jeitinho ai) não tenhamos essa cultura de pensarmos a longo prazo e planejar. O Design na maioria dos casos (pequenas e médias empresas) é visto de maneira errônea e completamente menosprezado.

Quantas vezes já ouvi de colegas de trabalho, quando surgia uma demanda “Pô, tem um cliente ai, que quer uma peça X. Então faz uma arte bem maneira ai, tipo assim e depois manda pra aprovar.

Esse era o briefing. Claramente minha função era de adivinhar e fazer algo que o cliente gostasse e não projetar algo efetivo para os fins daquele cliente, fossem propaganda, divulgação ou quaisquer que pudessem ser seus motivos.

Tudo se resumia em “deixar o cliente feliz” e não em realmente resolver um problema.

Colocar isso de maneira suscinta, estudar 4 anos, aprender sistemas, gestalt, tipografia além de diversos outros conhecimentos teóricos como semiologia, linguagem visual, signos e etc, para ser um profissional que “Agrada clientes.” ou que “Faz uma arte maneira.” ?

Sinceramente, não precisamos estudar design para sermos artistas. Mesmo. Qualquer um pode ser artista. O sucesso dele dependerá de quantidade de pessoas que ele conseguir agradar. Simples assim. Ele correrá atrás do conhecimento necessário em um caso ou outro para agradar aquele cliente em específico, que quer um efeitozinho de carimbo ali, que requer um brushzinho do photoshop especial aqui e etc.

Infelizmente isso só mostra que nossa profissão não está consolidada e oficializada no papel, como também no mercado. Design pode desempenhar a função do “agradar o cliente”, mas ele não se resume a isso.

Acontece que o lucro bruto, em sua maioria, está na mão daqueles que agradam o cliente fazendo que os que reclamam deste tipo de prática do mercado escutem coisas como “Aw, então morre de fome ué!“.

Continuação em breve…

18
abr
10

A navalha de Occam

Um princípio lógico que sempre utilizei sem saber. A navalha de Occam (ou Ockham) basicamente (irei utilizar um reducionismo para explicar brevemente o conceito, paradoxalmente estaria eu aplicando o próprio conceito da navalha para explicar o conceito?! Não!) diz que ao analisarmos um fenômeno e posteriormente começarmos a tecer hipóteses para explicar aquilo, devemos eliminar o maior número de informações desnecessárias possíveis. Tentar começar pelas hipóteses que possuem o menor número de fatos não evidenciados afim de que se descubra uma explicação para tal fato. É simplesmente “procurar o caminho mais simples” afim de se encontrar explicações eficientes. Sempre partir do menor para o maior, caso a simplicidade não consiga explicar aquele fenômeno.

Quando conversei com meu amigo, utilizei de um exemplo tosquíssimo para exemplificar a navalha de Occam na prática. Graças a minha preguiça irei utilizar de novo o mesmo exemplo tosco do prato.

Digamos que você está na sua casa. Acabou de lavar a louça e pôs os pratos no guarda louças e foi sentar-se no sofá. Após uns segundos tu escuta um barulho na cozinha. Vai correndo pra ver, chegando lá o prato se estatelou pelo chão. Qual fator fez o prato cair? Uma janela aberta e uma corrente forte de vento? O prato foi mal colocado no porta louças, fazendo com que escorregasse? Um espírito irritado deu um tapa no prato e o derrubou? Partindo da navalha de Occam, a explicação que seria eliminada de cara seria do espírito, pois invoca diversos fatores a mais, necessários para a explicação do problema. O que é um espírito? Por que ele derrubou o prato? Por que estava irritado? Por que estaria ali na cozinha? Enquanto que o vento ou o mal posicionamento da louça no descanso são explicações que invocam menos elementos para a solução. Claro que mediante o não esclarecimento, com os fatores simples, iremos posteriormente adicionando complexidade aquele sistema, mas aos poucos e não “de cara”.

É exatamente esta postura que é adotada pelo método científico. O reducionismo científico.

Sempre utilizei essa lógica da navalha, quando tentava analisar situações ou “fenômenos” milagrosos. Minha postura quanto ao espiritismo passa por este princípio. Se procurarmos as respostas sobre alguns fenômenos “paranormais” ou atribuídos aos “espíritos” podemos achar explicações (ou ao menos hipóteses) mais simples (com certeza, devem existir) que venham a explicar boa parte dos fenômenos.

Não há erro nenhum em procurarmos pelas explicações mais simples antes de partirmos para mais complexas. Acho que isso faz tanto sentido que mal conseguiria tentar defender tal postura. É um dos processos intuitivos conhecidos como “óbvio”. Algo que não necessita de um raciocínio para saber sua conclusão. Intuitivamente sabemos o que irá acontecer. Como ao olharmos um vidro cair, saberemos que ele ao bater no chão irá quebrar. Sem raciocinarmos toda a explicação necessária para que pudéssemos concluir que o vidro irá quebrar.

Bem essa foi uma breve explicação do conceito da navalha de Occam. Logicamente não aprofundei o conceito, resolvi pesquisar sobre isto faz pouco tempo e vi que costumava utilizar esse príncipio sem nem mesmo saber. Caso encontre algo mais e pertinente acerca disto, trarei a vocês. Abraços!

14
abr
10

Discussões Acadêmicas – 1

Esse post iniciará o que provavelmente será algo grande. Qualquer discussão, debate ou assunto que surgir no meio acadêmico (dentro ou fora da sala de aula) e eu achar pertinente irei postar aqui. Espero que ocorram bastante situações como esta. Muitas vezes serão apenas críticas minhas, outras (espero) serão críticas minhas e as respostas dos professores ou quem quer que esteja participando. Quero assim ter uma forma de desenvolver de maneira mais concisa um pouco do que penso e bater na tecla acerca das estruturas argumentativas (que já foi motivo de post, só clicar).

Bom a prova possuía um depoimento de um famoso designer brasileiro (Alexandre Wollner) e a parte que fazia importância para a resolução da questão era “Eu não entendo como alguém consegue esboçar no computador!” Wollner basicamente dizia que para ele, o primeiro esboço de qualquer projeto gráfico, deveria ser feito no lápis e papel. Justificando isso, através de exemplos de suas experiências pessoais, que são vastas por sinal, visto que ele já está nesta estrada a muitos anos.

Daí começou a pergunta, que exigia uma dissertação. A questão ao meu ver já começou errada. Reparem na frase “Como todo bom designer, devemos sentar com folha/papel para esboçarmos antes de usarmos o computador.” Reparem no juízo de valor que a frase carrega, logo em seu início –  “Todo bom designer“. O que nos levaria a uma pergunta bem idiota, mas válida “Quem começa no computador, automaticamente é um designer “ruim”?” E ao meu ver isso invalidou o restante da questão. Utilizei do espaço dissertativo para avaliar a questão em si e embasar minha crítica. Vamos pensar um pouco.

Será muito comum no meio dos designers ver essa postura do “lápis e papel” e pessoas que defenderão isso com unhas e dentes. Até ai, tudo bem, eu particularmente creio ser um adepto do “lápis e papel” também. Acontece que por eu concordar com o “lápis e papel” não quer dizer que compartilhe do pensamento “bom designer”. Muito provável que iremos encontrar designers que desenvolvam seus esboços em computadores. Se encontrarmos uma pessoa que está tão a vontade com uma tablet, quanto um lápis e papel, por quais razões ela não poderia esboçar diretamente no computador? A experiência táctil do papel? As dimensões dele? O “cheiro” do papel? Bem todos esses “argumentos” são baseados em impressões pessoais de cada designer, portanto não constituem uma argumentação plausível de modo que pudéssemos evidenciar satisfatoriamente que este caminho é o ÚNICO eficiente.

Algumas possíveis argumentações que podem vir a surgir (espero que não) para se justificar esse argumento falho. “Todos os designers que eu conheço (digamos que essa pessoa conheça muitos) trabalham assim!” Estrutura falaciosa, ou seja, se todos acham verdade aquilo se torna verdade? Maioria do mundo acredita no criacionismo em certo grau, que um ser único ou múltiplos seres criaram tudo que conhecemos da natureza. Isso torna Darwin um idiota? Isso falsea o estudo de Darwin? Não. Portanto crendice popular ou “todos que eu conheço agem assim” não CONSTITUE UM ARGUMENTO.

Essa questão está correta, pois Fulano/Beltrano/Ciclano escreverem livros e confirmam exatamente isso.” Isso é outro argumento falacioso, de apelo à autoridade. “Isso é verdade, pois Wollner disse!” Desculpem, mas isso não torna algo real. Mesmo sendo dito por uma figura importante na área. Assim que o meio acadêmico e científico funcionam, de maneira que não se criem dogmas perpetuados por esse pensamento. “Se ele disse, tá falado.” Entenda-se isso de uma vez por todas.

Então prove/demonstre que é possível criar esboços diretos no computador. Diga alguém que faça isso!” Bem essa afirmação não seria nem cabível, pois eu não afirmo nada. Portanto quem deveria me demonstrar algo antes, seria a pessoa que afirma. Neste caso demonstrar que NÃO existem BONS designers que projetem direto no computador. Tendo em vista que isso seria bem trabalhoso, quase impossível, não me restaria  dizer que a questão deveria ser reavaliada.

Gostaria que isso não ocorresse no meio acadêmico. Esses juízos de valor, essa defesa passional de metodologias que possuem uma argumentação fraca e carregam afirmações improbabilíssimas de serem evidenciadas. Vamos parar com esses pré-conceitos. Ao invés de julgar um designer como “bom” ou “ruim” por usar papel ou não, julgue-o mediante o produto final. Sua capacidade de solucionar questões que lhe forem pedidas. Sinceramente grandes porcaria se o cara prefere uma tablet ou a porra de um lápis 6B e uma folha A4 para começar. Vamos olhar para o produto final, que tal?

18
dez
09

Posturas – Método Científico

Olá a todos. Hoje trarei um conteúdo bem “viajado.” É mais um esboço de um pensamento meu, após assistir uma palestra de filosofia sobre empirismo e ceticismo grego. Se ficar confuso ao final, peço perdão de antemão!

Bom nos meus posts constantemente falo de religião, ciência e o método empírico que a ciência emprega para construir suas teorias e evidências. Um dos motivos que sempre utilizo para não achar possível a existência de um Deus são as faltas de evidências que corroborem com um. Afinal, o que são evidências? Provas? Verdades?

Primeiramente gostaria de dizer que o termo “prova científica”, ao meu ver, é errado. A ciência através do ceticismo empírico constrói diversas hipóteses e teorias. As mesmas são verificadas e evidenciadas empiricamente – na prática – e vão ficando cada vez mais plausíveis de serem “verdades”. Filosoficamente falando não é possível medir essa quantidade de “verdades”, afim de que um acúmulo das mesmas de fato, constitua uma certeza absoluta. Portanto por mais óbvio que isso pareça, a ciência não dita verdades absolutas, ela possui diversas teorias reforçadas por inúmeras evidências obtidas através do método científico empírico. A observação dos fenômenos e suas experiências.

O que eu entendo por fenômeno? Bem, discordando do significado que o dicionário dá, ao meu ver, fenômeno é toda aquela experiência comum a um grande número de pessoas. Irei exemplificar –

Estamos em uma sala de aula a noite. Temos mesas, carteiras e uma janela que nos permite olhar o céu. Posso dizer que as mesas/carteiras são verdades? Não sei. Talvez sejam, se pensarmos um pouco mais veremos que não podemos afirmar com tanta certeza assim. Do contrário, se eu perguntar que a “experiência mesa” que temos é parecida? Sim. Sabemos que ela é sólida, sua utilidade e outros aspectos. A experiência “mesa” será um fenômeno em comum para quase todos ali. Assim como se eu perguntar “Alguém aqui discorda que está de noite?”, dificilmente alguém irá. Esse conceito de “experiência” comum que – ao meu ver – constitui os fenômenos que a ciência busca estudar.

Portanto a ciência através do empirismo irá estudar esses fenômenos que são comuns aos diversos seres. Essas experiências em comum. Portanto isso dificulta tanto a evidenciar diversas “experiências paranormais” ou “sobrenaturais”. Pois a grande maioria dela são experiências individuais, portanto não constituem evidências satisfatórias de sua sustentação como fenômeno.

Então alguns perguntariam “Você acaba de dizer que a ciência não é capaz de demonstrar que Deus existe?” Não. Pois se Deus existir de fato como teístas afirmam uma hora esse “fenômeno” será possível ser evidenciado de alguma maneira. Se Deus REALMENTE existir, diria que nossa ciência “não é capaz de evidência-lo” neste momento, mas isso não significa que NUNCA será. Acontece que acho que nunca será capaz de tal fato, pois acho improvável que um exista.

Essa foi uma abordagem filosófica (ou ao menos tentou ser) do que eu entendo por ciência e métodos empíricos. Espero que tenham entendido! Irei me aprofundar mais no assunto e pretendo trazer mais para o blog!

Abraços!

07
dez
09

Metodologia…?

Boa noite pessoal. Pois é estou cultivando hábitos de um certo mamífero cego que utiliza uma espécie de ultra-som para “enxergar” as coisas. Fazer o que, se é nesta hora que as idéias batem e a vontade de redigir aparece. Meu post anterior “Deus – um delírio” rendeu uma bela conversa, quem se interessar em ler, basta ver os comentários. Espero que ela continue e recomendo a todos que se possível leiam – aos que interessam. A propósito, finalmente terminei o livro Deus um Delírio. Talvez eu faça um post mais a frente com um resumo. A priore, não.

Bom, o post de hoje é um assunto que vem me incomodando a uns dias. Tive uma conversa com um amigo (que está a estudar na mesma faculdade que eu) e dia desses, ouvi suas reclamações a respeito de um professor e sua metodologia.

Devo assumir que fiquei um bocado chateado com o problema exposto por ele e já o notei por conta própria, em diversos profissionais do meio acadêmico.

O que eu espero da faculdade? Bom para mim a faculdade é um lugar de conhecimento acadêmico. Local onde estudos e conhecimento acumulado por anos é passado por profissionais qualificados (nem sempre). Como qualquer bom conhecimento de bases científicas, devemos ter o mínimo de cuidado ao passá-lo. Mínimo que digo são coisas muito básicas, como citar fontes ou autores, dar um “background” mínimo de onde aquela informação vem e o mais importante – deixar CLARO que muito dos conhecimentos não passam de teorias, consequentemente não configurando verdades absolutas e inegáveis.

Percebo um movimento muito contrário. Professores afirmando certas coisas com tons de verdade, sem ter o cuidado de citar fontes ou origens de tais pensamentos. A falta de embasamento e didática também é um problema. De que adianta o sujeito ter um doutorado, mas não consegue passar quase nada do que sabe?

Esse cuidado com o conhecimento científico, ao meu ver, é valioso e subestimado no meio acadêmico que me encontro. Pouco esforço é feito para se justificar boa parte do conhecimento que é passado, as vezes virando quase que um ensino dogmático. Não me surpreendo ao ouvir casos de professores que pedem coisas para alunos e ao serem indagados acerca do motivo, simplesmente respondem “Por que sim.”

Cabe aos alunos sempre que possível indagarem as supostas “verdades”, quando assim colocadas pelos professores. Se o profissional realmente tiver sido vítima de tal ensino dogmático, poderá facilmente ser revelado. Se atitudes serão tomadas ou não, já é outra história. O que no final quase resulta na “não” tomada.

Uma boa base filosófica ajuda e muito. Como diria um amigo meu “a questão é a dificuldade em problematizar conceitos.” Que falta eu sinto de não ter tido um bom curso de filosofia em meu ensino médio. Maldita merda de escola que punha religião no lugar.

Bom, fica meu rápido apelo. Sei que é dever do aluno também, correr atrás do conhecimento. Essa reclamação é apenas da metodologia que muitos profissionais empregam em suas aulas. Pode parecer um detalhe bobo, mas essa abordagem cuidadosa, ao meu ver, faria uma bela diferença na cabeça dos alunos e na explicação de muitos professores.




Aterro Sanitário

Lixo da Vez - Ronaldo o FENOMENO?!

Oi, queria agradecer ao espaço cedido pelo amigo e também entusiasta da copa, Bocadoogro.
Vocês sabem que eu sempre fui brasileiro desde que nasci no Brasil. Gosto muito do brasil e vou curtir muito assistir a copa do meu telão de cinema na minha casa lá na europa.

Mas vim aqui para um assunto mais importante. Essa palhaçada toda de protesto a respeito de usar dinheiro da copa para fazer hospital. Amigo, repito e disse, não se faz copa com hospital! Precisamos de estádio. Esse dinheiro que foi pro estádio não iria para hospital. Se não fosse pela copa o estádio nem o hospital existiria.

Vocês reclamam de hospital, não entendo! Sempre que fico gripado ou preciso de médico o Sírio-Libânes tá lá de boa. Não entendo essas reclamações. Neste ponto eu apoio meu amigo Pelé, grande sábio. Vamos esquecer essas bobeiras e focar na copa.

Grande abraço para vocês, do Ronaldinho Fenômeno.