Posts Tagged ‘humor

14
out
11

Design publicitário?

Dando continuidade aos posts voltados para design, agora com um foco maior no gráfico.

Palavrinhas chaves nos dias de hoje, enquanto sociedade, Mercado e Propaganda. Quem nunca ouviu falar dessas palavrinhas? Podemos até não compreende-las corretamente (o que é comum, visto que todas abrangem significados bem complexos de sistemas), mas certamente se pudéssemos entrevistar pessoas nas ruas e perguntassem o que é publicidade/mercado/propaganda para elas, muitas teceriam comentários no mínimo, pertinentes acerca dessas áreas.

Existem diversas formas de publicidade/marketing e propaganda. Se estudarmos a fundo essas áreas veremos milhões de estratégias, modos, pensamentos e até mesmo gestalt atuando na construção e funcionamento das mesmas. A verdade é que a definição destas três disciplinas ainda não são claras para mim – muitos dizem que são coisas distintamente diferentes, mas ao meu ver as três se complementam e atuam uma sobre a outra. Para fins objetivos irei me ater neste momento ao marketing/publicidade inicialmente.

No design gráfico é comum associarmos de maneira quase que inerente a publicidade ou o marketing a área. Pois lidamos com o público alvo, famoso alvo de pesquisas e análises. Conhecer seu público/cliente é algo considerado obrigatório afim de se ter um “bom” design (aquele que comunica visualmente sem esforço, lembram?). Felizmente existem designers gráficos que discordam disto, o que gera discussão e no mínimo, nos fará pensar – Publicidade e marketing tem presença obrigatória no design gráfico?

Eu diria, não, não tem. Depende de sua finalidade com aquele projeto. Se for para agradar o cliente que tá te pagando, então terá sim, você fará de tudo para vender sua ideia e agradar. Se seu projeto for para a solução de um problema de um sistema ou projeto gerado por você, onde o cliente tem consciência que seu gosto pessoal não é importante, então não, seu objetivo estará claro como uma resolução sistemática de um problema e não em agradar um possível público alvo.

Segue uma citação abaixo do livro “Alexandre Wollner e a formação do design moderno no Brasil” da Cosac Naify, para fins ilustrativos da questão levantada.

Quando o departamento de marketing, mais ligado à publicidade, faz a intermediação, o cliente sempre vai dizer coisas do tipo: “Não gostei desse vermelho, consultei minha mulher e ela me disse que não pode ser vermelho.” O diretor de marketing vai ao escritório e pede para mudar. Eu não posso fazer isso.

Wollner expõe um fato comum, que já vi diversas vezes ser retratado por professores militantes na área, por mim e diversos outros amigos que trabalham com freelas ou estagiam – o gosto “pessoal” interferindo em seu trabalho e a intermediação do cliente feito por um departamento “comercial” ou de “publicidade/marketing.”

O compromisso do design gráfico (nestes casos, ao meu ver) não é ser uma máquina de agrado e sim de resolução de problemas em um nível semiológico. Não é apenas apertar a porca e evitar o vazamento do cano de água velho e enferrujado e sim a substituição do sistema inteiro para evitar futuros vazamentos.

Penso em design como projeto, sistema. Podemos desenvolver sistemas para uma identidade visual completa ou até mesmo para cartazes. Talvez por um motivo cultural brasileiro (o famoso dá um jeitinho ai) não tenhamos essa cultura de pensarmos a longo prazo e planejar. O Design na maioria dos casos (pequenas e médias empresas) é visto de maneira errônea e completamente menosprezado.

Quantas vezes já ouvi de colegas de trabalho, quando surgia uma demanda “Pô, tem um cliente ai, que quer uma peça X. Então faz uma arte bem maneira ai, tipo assim e depois manda pra aprovar.

Esse era o briefing. Claramente minha função era de adivinhar e fazer algo que o cliente gostasse e não projetar algo efetivo para os fins daquele cliente, fossem propaganda, divulgação ou quaisquer que pudessem ser seus motivos.

Tudo se resumia em “deixar o cliente feliz” e não em realmente resolver um problema.

Colocar isso de maneira suscinta, estudar 4 anos, aprender sistemas, gestalt, tipografia além de diversos outros conhecimentos teóricos como semiologia, linguagem visual, signos e etc, para ser um profissional que “Agrada clientes.” ou que “Faz uma arte maneira.” ?

Sinceramente, não precisamos estudar design para sermos artistas. Mesmo. Qualquer um pode ser artista. O sucesso dele dependerá de quantidade de pessoas que ele conseguir agradar. Simples assim. Ele correrá atrás do conhecimento necessário em um caso ou outro para agradar aquele cliente em específico, que quer um efeitozinho de carimbo ali, que requer um brushzinho do photoshop especial aqui e etc.

Infelizmente isso só mostra que nossa profissão não está consolidada e oficializada no papel, como também no mercado. Design pode desempenhar a função do “agradar o cliente”, mas ele não se resume a isso.

Acontece que o lucro bruto, em sua maioria, está na mão daqueles que agradam o cliente fazendo que os que reclamam deste tipo de prática do mercado escutem coisas como “Aw, então morre de fome ué!“.

Continuação em breve…

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26
abr
11

Marketing de Guerrilha – O livro

Pois bem, venho trazer o mais novo livro, lançamento, que acabo de ler.

Sobre marketing e publicidade. O guia final para esclarecer e colocar vocês, aspirantes a empresários multimilionários, no caminho do sucesso. Fica a minha dica:

Irei dar uma breve resenha sobre os capítulos que este tomo de puro conhecimento contém!

Capítulo 1 – O que é MIDIOFENSIVA e seus derivados?

Neste capítulo João descreve o processo cognitivo gerado por uma MIDIOFENSIVA quando bem construída. Em poucas palavras, MIDIOFENSIVA é toda peça de mídia que ao ser vista agride o leitor com seus conceitos e formas de tal maneira, que ele passará a associar aquela empresa ao produto que ela vende, instantaneamente. Nada de gastar dinheiro com progressão e construção da identidade. Basta gerar algumas poucas peças OFENSIVAS para atingir tal objetivo!

Capítulo 2 – Marketing de guerrilha – COMO FAZ?!

Neste capítulo temos diversos exemplos do marketing de Guerrilha. Promoções relâmpago, e-mails bomba, fuzilamento de informações, emboscadas no ponto de venda e todas as técnicas que podem ser empreendidas por você EMPRESÁRIO para conquistar seu público. Todas muito efetivas e de baixo custo.

Capítulo 3 – Tornando seus “guerrilheiros” em máquinas de “propagandear”.

Neste capítulo temos todas as dicas e treinamento básico para seus marketeiros, JOVEM EMPRESÁRIO! Você jovem empresário, empreendedor, menino juvenil! Este capítulo é para você! Dicas de como tornar seus marketeiros em soldados cascudos com apenas um objetivo em mente – VENDER A MARCA! Sim, massificá-la de maneira que não exista nada na mente do consumidor além de sua marca!

Capítulo 4 – Exterminando a concorrência

Esse capítulo é dedicado nas táticas de sabotagem e canalhices. Como boicotar a MIDIOFENSIVA inimiga ou como transformar o MARKETINOFENSIVO do inimigo em algo menos efetivo. Ensina também como lidar com aquele cliente que ao reclamar de um produto seu JOVEM EMPRESÁRIO! SIM! VOCÊ JOVEM EMPRESÁRIO JUVENIL! Inverter a situação e fazer com que o seu cliente dê razão a você. A psicologia reversa-transversoparadoxal de guerrilha, técnica poderosíssima, utilizada em todas as grandes empresas do mundo.

Capítulo 5 – Seja criativo!

O título já explica. Não se atenha a regras ou qualquer tipo de teorias (exceto as contidas neste livro) siga o fluxo e deixe aquela VIBE diária te guiar. Se surgir problemas, calma, não se mate procurando solução. “PORRA TEM VENDA IMPORTANTE AMANHÃ CHEFE! VAI DAR MERDA!” – “Segura ai…eu to indo viajar! Beijos!” – Isso! Tenha atitude positiva mediante os problemas! Quando seus funcionários o procurarem expondo problemas gravíssimos que exijam sua atenção, faça cara de sério e fique olhando pro chão seriamente – como se procurasse resposta – espere alguns segundos e saia da sala dizendo “É…tem que ver isso ai!” Técnicas infalíveis!

Capítulo 6 – Você até aqui?! Parabéns! Agora largue esse livro e vá surfar!

23
mar
11

6 dicas para o “bom design”

Lá vão 6 dicas TOP DE LINHA para um bom design. Um design jovem, arrojado, despojado e desprovido de quaisquer apegos por grids, alinhamentos, composições, pesos e etc.

Deixe o design fluir : seja criativo!” – Autor desconhecido

1 – Degradê all the way!

Logicamente ao desenvolvermos peças publicitárias gráficas devemos nos preocupar com algumas coisas básicas como contraste, mensagem, forma, cores e etc. Eficiência da mensagem transmitida, tempo de assimilação, simplicidade (no caso de mídias dinâmicas ou seja, mídias em que o receptor tem poucos segundos de atenção para olhar).

Trabalhar com 2 cores contrastantes pode ser bastante eficaz para causar uma fácil assimilação de uma forma simples a ser divulgada. Uma mensagem de captação rápida…mas perai…2 coreszinhas só? Assim, chapadas…aw…não…fica muito sem graça.

Negócio é COLOCAR AQUELE DEGRADEZÃO MESMO! O mais bacana que o limite é sua CRIATIVIDADE! Alguns softwares permitem combinação de diveeeeeeeeersas cores em apenas um degradê! É o arco-íris! Se seu trabalho tá muito simples e eficiente demais em transmitir a mensagem, não hesite – DEGRADÊ NELES!

2 – Figura e fundo

Gestalt e sua vasta teoria acerca dos estudos da percepção humana. O contraste de formas e figuras, planos diversos. Planos de fundo que possuem uma função de contraste e facilitam a fazer com que a mensagem principal obtenha maior destaque. Acontece que dai…pô…dá pra melhorar…e dá! Método infalível de agregar valor artístico infinito aos seus trabalhos e provocar suspiros em seus clientes “Pow! Agora ficou XOU LESKE! Aprovei!

Pegue figuras geométricas ou ferramentas de vetorização. Construa formas aleatórias. Coloque opacidade nelas, cerca de 15% apenas, para que fiquem como marcas d’agua. Repita elas aleatoriamente (não pode seguir nenhum tipo de equilíbrio ou linhas-guia – isso é coisa de quadrado!) e pronto! Terás um plano de fundo abstrato e lindo! Com sorte ele será tão chamativo e competirá com a mensagem principal da peça gráfica! \o7

3 – Elementos de apoio geométricos

Pô cara! Tá ligado naquele movimento lá quadradão assim…tipo assim, todo pontudão, mó capitalista do design suiço…aquela paradinha lá…aquele trocinho…pow funcionalismo e tal…pow cara, muito nada a ver…assim a parada era pá, quadrada véio! Moh nada a ver…muito do tipo…tá ligado né?

Então não seja quadrado. Elementos de apoio para uma logomarca ou texto podem ser usados, mas nada muito geométrico não…pois isso não é jovem, não é legal e tipo…sei lá, tá ligado? Pow se for pra fazer quadrados eu mesmo vo lá é faço. Quero ver uma parada maneira, cheia de curvas e MUITA complexidade. Tá ligado?!

4 – Alinhamentos, equilíbrio e grade

Pfffffff! Isso só limita. Só serve pra te deixar preso a normas capitalistas. Te transforma numa máquina de fazer design nada criativa. Jogue isso fora! Seja livre. Nada melhor que colocar sua logomarca e dai de repente aquele texto assim, logo abaixo com a fonte umas 20x maior que sua logomarca, trazendo todo o destaque para aquela informação totalmente secundária.

Por exemplo – um cartaz de um mercado que vende coisas online. No banner coloca-se no topo o logotipo da empresa e logo abaixo bem maior “PRODUTOS DE QUALIDADE”. Sacou? Dai pow, tipo assim, você vai estar INCONSCIENTEMENTE DE MANEIRA SUBLIMINAR que seu mercado é o melhor e que é o que as pessoas, tipo, vão querer consumir. Muito da horinha isso.

5 – Briefing

Mais uma das coisas do design capitalista sistemático. Esse lance de construir perguntas, procurar ver o ponto de vista do cliente, construir diretrizes afim de conseguir solucionar o problema (com o design) apresentado pelo cliente e tentar extrair o máximo possível de informações acerca do que deseja ser construído…é coisa que professorzinho do governo quer que você acredite! É!

Mermão, lance é chegar assim pro cliente, tá ligado e pá…sentir a VIBE do cara…aquela parada assim de alma, sacoé?! Então…dai tu entra assim na parada e já saca o que o cara quer véio. Sem mistério. Tranquilaço leske!

6 – Manual de identidade visual.

É o caralho. O negócio é ser criativo.

13
fev
11

Os 10 melhores momentos de “Garantia de Morte”

Não houve melhor década para produções de clássicos no cinema do que a dos anos 80. Digo isso sendo suspeito, pois cresci assistindo a Caça Fantasmas, Dragão Branco, Karate Kid, E.T., Steven Seagal, Rocky, Stallone O Cobra, Exterminador do Futuro I e II e todos os outros diversos filmes com os personagens mais “Badass” possíveis. Personagens esses que só poderiam existir nos anos 80. Resolvi pegar um exemplo oitentista, aliás nem tanto, pois “Garantia de Morte” se passa em 1990. Acontece que tinha acabado de começar os anos 90, portanto o que vemos neste filme é uma influência completamente “oitentista”.

Van Damme interpreta Burke, detetive canadense de poucas palavras. Logo no início ele prende um sujeito psicopata que matou seu parceiro, chamado de “Sandman”. Ele dá 4 tiros no sujeito e depois diz “Você está preso”. Selecionei os 10 melhores momentos desse filme, que se encaixa 100% no perfil “Sou durão” dos anos 80.

1 – “Eu vou pensar.”

Van Damme (Burke) é chamado para uma reunião com diversos mandachuvas da cidade. Até o representante do governador está lá. Eles querem que ele se infiltre em um presídio de segurança máxima para desvendar uma série de assassinatos. Todos na mesa despejam uma tonelada de informações para Burke, que permanece calado a reunião inteira. Quando finalmente indagam a ele o que ele acha disso tudo ele apenas diz…”Eu vou pensar.” É, Van Damme transcendeu palavras.

2 – “Eu não pago eu não transo!”

Já no presídio o detetive Burke se depara com seu companheiro de cela. Sem saber quem Burke é, o meliante lhe diz que para dormir na cama ele terá que pagar um boquete. Van Damme macho que é, se recusa a tal prática deplorável. Seu companheiro puxa uma faquinha e ameaça a integridade física de Van Damme somente para ter seus dedos torcidos. Van Damme o joga contra parede e olhando fundo em seus olhos diz “Eu não pago eu não transo!” Fazendo com que os papéis se invertam. Agora o companheiro de cela virou a mulher da relação, oferecendo a melhor cama e chá com bolachas se necessário.

3 – Promessa é dívida.

Van Damme mal chega na cadeia e já arranja confusão. Após dar um round-house kick no comedor de lavagem de um sujeito é repreendido pelo oficial local. O Oficial irmão mais novo de Gerard Depardieu chega bem perto de Van Damme, fitando-o por uns momentos e diz “Não vai durar muito…” Van Damme muito irritado e incompreendido retruca “Isso é uma ameaça?” Depardieu (o clone), herdeiro da malandragem francesa não deixa barato e responde “Não…é uma promessa.”

4 – “Beat ‘em up

Está lá Van Damme cumprindo suas obrigações no presídio. Fora colocado para lavar o chão da lavanderia. Lembra do sujeito que tomou um roundhouse kick? Ele voltou – e trouxe um amiguinho! Uma mistura de chinês com tamanduá. O tamanduchês ataca Van Damme. Uma lenta luta se segue. Porrada aqui, porrada ali. Nada demais. Quando esperávamos que seria mais uma cena do “Mocinho se defende e porra todo mundo” eis que acontece o toque oitentista que tanto falo. Ao final da luta Van Damme enfia a cabeça do híbrido de chinês com tamanduá na máquina de lavar e liga. Dando uma boa “lavada” no sujeito. Esse nunca mais vai pensar sujeira.

5 – Prisão pra macho!

É. Encarar um presídio de segurança máxima não é para qualquer um. No filme a prisão possui 2 alas. A dos brancos e a dos negros. Burke necessita de informação e vai dar um passeio na ala dos negros. Chegando lá ele passeia e podemos ver o clima “da pesada” que é por lá. Vale o destaque para dois prisioneiros em especial.

Um negão de bob no cabelo. A situação é tão barra pesada por lá que tem que ser muito macho pra por bob no cabelo na frente de todo mundo.

Negão de ioiô no fundo. Quer coisa mais “da pesada” para se fazer enquanto cumpre seus 22 anos de pena por ter estripado sua família e cachorro com um garfo? Não há! Ioiô – a coisa mais barra pesada que você pode ter. Aposto que tem cerol naquela linha.

6 – Conheça o “Padre”.

Após um papo amigável Van Damme é indicado a procurar informações com um tal de “Padre” a respeito das mortes que tem ocorrido no presídio. Novato que é na prisão, pede ajuda ao seu companheiro de cela que prontamente o leva até o Padre. Só que o cara fica num lugar que os guardas “nem sonham em ir”, uma espécie de harém misturado com calabouço medieval. Lá Burke se depara com a esdruxula figura do “Padre”- mais um personagem que tem um nome estranho em um local que não faz o menor sentido. Uh, não, as duas pessoas ao lado dele não são mulheres.

7 – A verdade é ácida!

Burke é levado a um enfermeiro da prisão, indicado pelo Padre. Lá está ele se misturando aos prisioneiros mais uma vez. Lá vemos Van Damme esfregando o chão da enfermaria só para se aproximar do sujeito. Chegando no sujeito pergunta a ele o que ele sabe sobre as tais mortes misteriosas. Obviamente ele se faz de engraçadinho e não abre o bico. Van Damme não gosta de ouvir não. Ameaça o enfermeiro em completo tom de deboche com soda cáustica. “Me diga o que sabe senão vai beber soda cáustica!” E eu achava que o pessoal do BOPE e o cabo de vassoura pegavam pesado.

8 – The UBBER NERD!

Van Damme indica a sua parceira do lado de fora da prisão a procurar por um conhecido dele. Um hacker que pode ajudar a acessar arquivos específicos de prisioneiros mortos. Eis que o cidadão é um NERD daqueles de laboratório montados de partes de nerds menores (Triumph, the insult dog). O garanhão tece comentários como “Eu penso em mim como um renegado…um cowboy de computador.” ou “Droga! Estou perdendo Star Trek…ei, você quer assistir Star trek comigo?” Em tom sedutor.  Quando não está dando em cima da parceira de Van Damme ele está comendo bolachas e digitando.

Qualquer semelhança com o "Sloth" do "The Goonies" é mera coincidência.

9 – “Realiza meu sonho Burke…”

O “Sandman” é transferido para a mesma prisão que o Van Damme está. Já sabendo que seu “nemesis” ronda os corredores, Sandman (irei chamá-lo de Sandy) se antecipa e manda seus asseclas capturarem Burke. Amarram ele com correntes para que Sandy possa torturá-lo e falar palavras de baixo calão. Além de enfiar uma faca de leve na barriga de Burke. Após se satisfazer com tal gozo em ouvir Burke urrar de dor, ele o solta. Exausto Burke fica ao chão se arrastando enquanto Sandy se afasta e profere a seguinte pérola – “Realiza meu sonho Burke…Realiza meu sonho…” – O que isso quis dizer? Ele queria engravidar? Um carinho, um sentimento? Nunca saberemos. Aliás, prefiro ficar sem saber.

10 – A luta final – The “showdown”.

Após muito pontos principais do filme serem revelados eis que acontece. O confronto final. Burke x Sandy. Burke instaura uma rebelião, acessando os controles das celas. Libera todo mundo e pretende enfrentar Sandy. Correndo através de corredores que mais parecem cenário da fábrica no final do exterminador do futuro I eles se encontram. Van Damme irritado grita para chamá-lo para a porrada. “APAREEEEEEEEEEEÇA!”

"Help me! Help! A gift for you!"

Após essa demonstração de macheza Sandy joga uma ferramenta na direção do Burke, quase fraturando a sua úlvula. Sorte que os rápidos reflexos de Burke o permitem uma defesa rápida.

"Not in the facessss!"

Porrada e mais porrada. Sandy arremessa Burke para o sub-solo aonde fica a caldeira da prisão. Chegando lá Sandy mostra sua verdadeira face traíra…pega uma lâmpada e usa como arma para cortar Burke. Após uns cortes diz “Acorda Burke…Hora de sangrar!”

Burke desarma Sandy com um chute e a briga fica mais justa. Porrada daqui, de lá até que Sandy joga Burke na porta da caldeira, queimando suas costas. Joga Burke longe e abre a porta da caldeira. Labaredas enormes saem de dentro, enquanto Sandy vira para Burke, ficando de costas para caldeira, abre os braços e grita “BEM VINDO AO INFERNO!” Burke oportunista prepara uma voadora e dá um coice no peito de Sandy, mandando-o direto para dentro da caldeira.

Silêncio. Os prisioneiros que estão nos andares de cima vendo a porrada comer solta ficam apreensivos. Todos olhando para a caldeira. Burke suspira e pensa “Acabou…posso ir para casa trocar minha calci…” e eis que surge lá do fundo da caldeira com um grito épico SANDY! Ele não morreu! Como uma bola de fogo ele sai de dentro da caldeira. Dá duas roladinhas no chão e se levanta pro segundo round!

GREATZ BALL OF FIRE!

Burke está cansado. No início do filme deu 4 tiros no cara e ele não morreu. Chutou ele pra dentro de uma caldeira e nada. Só há um jeito de matá-lo. Pregando a cabeça dele na parede. Hábil como só ele pode ser, Burke dá um coice na caixa de catarro do recém queimado Sandy, jogando com força violenta para trás. Sandy dá de encontro com um parafuso exposto em um encanamento tendo sua cabeça espetada.

"Stick around."

Sandy agora em morte REAL iminente faz aquilo que lhe resta em seus minutos finais…digo, segundos finais. Dá uma bela de uma gargalhada.

"Eu sou indestrutível!"

4 tiros e 30 segundos dentro de uma caldeira a 600ºC. Causa da morte? Prego na cabeça. Ok.

Isso encerra o filme. Burke mata o vilão, ganha o respeito dos presos que o deixam sair vivo e ainda fatura a gata no final do filme. Tudo isso com um rockzinho embalado ao mais perfeito “teclado cassio anos 80” para fechar essa belíssima película.

Van Damme é Burke em Garantia de Morte (Death Warranty) – 1990.

24
jan
11

Jesus devia ter apanhado mais?

É o nome do post vem de uma comunidade criada no orkut uns tempos atrás. Ela foi criada, recebeu umas 5 mil denúncias e agora voltou dizendo estar em prol do livre pensamento/liberdade de expressão. O que não deixa de ser. Não chequei o conteúdo dela, pois não é aberta ao público.

Partindo do mesmo pressuposto da liberdade de expressão criaram uma comunidade que repudia a citada anteriormente. Uma cristã criou -> Comunidade aqui <- em “defesa” a Jesus. Resolvi dar uma olhada nessa comunidade e seu único tópico chamado “Deixem sua opinião aqui” e devo assumir que algumas pérolas me chamaram a atenção.

Cara, eu não desejo que você pague muito caro por isso. Agora, acho uma aberração de sua parte, falar que aquele que te sustenta todos os dias, aquele que te coloca de pé toda manhã, aquele que está te proporcionando tudo para sua vida, deveria ter apanhado mais.
E ainda acho mais hipocrisia da sua parte, falar que isso é liberdade de expressão, isso é uma ofensa. Liberdade de expressão, é ter seu direito de constatar e não ofender a crença dos outros com palavras chulas.”

Observem o negrito. Isso tudo. Acontece que quem criou a comunidade, caro cidadão, nem sequer acredita na existência do super ser, Jesus. Portanto para ele Jesus não passa de uma figura folclórica da bíblia (que está cheia delas, por sinal). Entendam isso. Por sinal ele fez uma constatação. Jesus deveria ter apanhado mais. Não há nada de chulo no NOME da comunidade.

Então se eles não acreditam no amor de Cristo, não devem acreditar em mais nada.

Errado.

As pessoas sofrem no amor, na vida profissional, ou até num amor não correspondido, o que acontece, a raiva. daí começa a criar esse tipo de coisa.”

Ó sim. Pois toda e qualquer manifestação de descrença a Jesus só pode ter um motivo – Ódio. Logicamente! Como não havia pensando nisso antes!

kraca ñ da pra acreditar em tal coisa e deprimente a q ponto chegamos de ter pessoas q acham bunitinho fazer esse tipo de comunidade concordo q ñ e proibido manifesta um pensamento mas isso e mórbido e nojento.”

Uh…ok campeão!

E a cerejinha do Sundae…

achei isso um absurdo! Fiquei horrorisada! Que tipo de pessoa faz isso? Quem faz isso, não é ateu não! Ateu é quem não tem religião, mas acredita em Deus. Pessoas que não acreditam são chamadas de agnósticos.”

Ó não! Então…esse tempo todo eu acreditava em Deus e não sabia! Não! Nãoooooooooooooooooo! Dicionário filha, dicionário!

E no mais a comunidade e a opinião dos membros se vale de “Ofensa/Falta de respeito/absurdo/não acreditar é uma coisa, mas isso é ofensa”. Resumindo – um bando de pessoas dizendo exatamente a mesma coisa, mas com aquele intuito de “deixar minha opinião pra todos verem”. Podiam resumir todo o tópico em uma simples frase.

Eu acredito em Jesus. Logo quem coloca em cheque sua veracidade ou debocha dele me irrita profundamente, pois é algo muito importante em minha vida. Não desejo retribuição divina a quem faz isso, mas que ele vai queimar no inferno ele vai! Ah se vai!

Isso seria basicamente o conteúdo da comunidade. Cara se eu acreditasse em Jesus e não fosse fanático como muitos são, não me importaria muito com isso…afinal criar ou não uma comunidade muda tanto o fato assim de quem Jesus foi ou deixou de ser?

E outra o cara chamou JESUS de frouxo, mas todos levam pro lado pessoal. Como se Jesus fosse uma propriedade deles. Um direito. Logo se ofendeu Jesus tá me ofendendo!

Nossa mãe. Aonde esse mundo vai parar. =\

21
nov
10

Cotidiano – Fúria

Um “rage” post, por assim dizer, portanto não me condenem…sei que todos odeiam algo banal o suficiente pra virar um post. Não sou o único.

Eu odeio pessoas que andam devagar nas ruas.

É ótimo ver como existem civis completamente dispersos e alheios ao utilizarem vias públicas. Logicamente nem todos na rua possuem compromissos ou pressa, mas isso dificilmente justificaria certos comportamentos notados. A definição de via pública é simples e clara – é de todos. Portanto o uso por todos e para todos, deve ser ponderado e feito com respeito ao próximo. Aonde eu quero chegar? Irei demonstrar abaixo.

– Caso 1 – Passeios com cachorros.

Owwwwm! Que cuti-cuti! Levar seu amiguinho felpudo de quatro patas pra dar aquele rolé, bacana, fazer uma cagadinha na rua e depois voltar pra casa. Tão “lecal!” Põe a coleirinha, pega a sacolinha plástica pra recolher os dejetos caninos e põe-se a a passear. Se forem dois cachorros então?! Awww amor duplo! Dose dupla de mel e carinho.

Pois é. Muitos enxergam esse ato simples de levar seu cãozinho pra passear assim. Eu não. Um dos agravantes de esbarrões e entupimentos de vias públicas são esses malditos eventos, onde o cão(es) saem com seus donos para um momento íntimo. O esquema abaixo pode exemplificar a PIOR maneira de se passear com seus cachorros.

O esquema é simples e auto-explicativo. De um lado um muro de concreto de chapisco pronto pra lhe dilacerar a manga da camisa ou estragar sua mochila. Do outro a rua, onde carros ferozes passam em alta velocidade sem o menor dó. A solução? Pular corda com a coleira? Se espremer no muro? Xingar o dono dos cães? Desviar dos carros e arriscar sua vida? Pois é…a escolha é toda sua!

Qual o jeito correto então?! Ora, é muito simples!

Carregue a porra dos cachorros em direção única e mantenha a coleira curta, afim de que fiquem próximos ao seu corpo e não ocupem toda a calçada. Simples, eficiente e você não atrapalha a vida alheia. Bacana!

– Caso 2 – Passeios familiares

Há! Esses são os mais frequentes, especialmente domingos/feriados. Vamos imaginar o quadro: Você saiu e está caminhando pela calçada. Não com pressa, mas gosta de manter seu ritmo de caminhada saudável e eficiente. Logo adiante você avista, por volta de umas 10 jardas pessoas saindo de um restaurante.

Pai, mãe, filhos e avós. Ok, e dai…PERAI!?! AVÓS?!! WTF!

Não, não tenho preconceito com idosos, mas famílias tendem a acompanhar seus idosos nos passeios e devido a óbvias limitações físicas isso só pode acabar em uma coisa – um bloco humano composto por 4 ou mais elementos mantendo TODA a calçada tomada. Já não basta terem ficado quase 3 horas almoçando no restaurante, todos tem de andar juntos lado a lado para falar sobre o preço do chá e dos tempos de guerra…E agora? Chama o 06 e pede pra sair ou trazer o cabo de vassoura? Chora? É…pois é.

Isso não é tudo. Sem contar nos motoristas que param na faixa de pedestre ou em frente a rampa de acesso a deficientes. Esses casos irei dedicar um post especial em breve.

10
nov
10

Eclipse #1

 

Lamentável…




Aterro Sanitário

Lixo da Vez - Ronaldo o FENOMENO?!

Oi, queria agradecer ao espaço cedido pelo amigo e também entusiasta da copa, Bocadoogro.
Vocês sabem que eu sempre fui brasileiro desde que nasci no Brasil. Gosto muito do brasil e vou curtir muito assistir a copa do meu telão de cinema na minha casa lá na europa.

Mas vim aqui para um assunto mais importante. Essa palhaçada toda de protesto a respeito de usar dinheiro da copa para fazer hospital. Amigo, repito e disse, não se faz copa com hospital! Precisamos de estádio. Esse dinheiro que foi pro estádio não iria para hospital. Se não fosse pela copa o estádio nem o hospital existiria.

Vocês reclamam de hospital, não entendo! Sempre que fico gripado ou preciso de médico o Sírio-Libânes tá lá de boa. Não entendo essas reclamações. Neste ponto eu apoio meu amigo Pelé, grande sábio. Vamos esquecer essas bobeiras e focar na copa.

Grande abraço para vocês, do Ronaldinho Fenômeno.