Posts Tagged ‘Catolicismo

14
mar
10

Puzzle Box

Era um local perfeito. Tinha recursos hídricos abundantes, nutrientes vindos de diversas fontes e uma atmosfera rica em substâncias favoráveis ao desenvolvimento. Eles dividiam-se em grupos pequenos e moravam em abrigos. Alguns eram pequenos, outros enormes. Não tinha um padrão neste sentido, eram muito diferentes. Alguns nem abrigos tinham.

O que mais me intrigou foi o estudo de alguns destes abrigos temporários. Os grupos que viviam divididos se juntavam determinados momentos, sempre, em um local bem grande. Percebi que existiam inúmeros destes locais centralizadores de grupos, bem diferentes entre si. Através de bastante observação pude perceber um padrão em boa parte deles – um ser, com roupas hora luxuosas, hora espalhafatosas, ficava em um local elevado e falava por todo o evento. Em boa parte desses eventos os outros apenas escutavam. Ficavam bem sérios. Em outros locais semelhantes, emitiam sons, agitavam-se bastante e se jogavam no chão. Algo bem intrigante ao meu ver, mas muito sério para eles.

Estudos mais aprofundados acerca destes dois grupos, revelaram que eles não se misturam nestes locais. Cada um visita o seu. Nos demais eventos, se misturam normalmente, convivem e se comunicam. Mas nestes fenômenos em si, dividem-se em seus grupos específicos. Percebi que o principal motivo para esse separatismo é algo relacionado ao que eles costumam chamar de “ideologia” ou “crença”.

Ao estudar um pouco delas, descobri como esses grupos se chamam. “Católicos” e “Evangélicos”. Os “evangélicos” possuem diversos locais com nomes diferentes e formas de proceder nos eventos bem variadas. Dos mais calmos até os mais agitados. Percebi um padrão mais uniforme quanto ao grupo chamado de “católicos”.

Descobri que ambos acreditam nas mesmas coisas. Um tal de “Deus” e o seu filho “Jesus Cristo”. Seguem o mesmo documento escrito, mas possuem locais de encontro diferentes. Seguem o que costumam chamar de “moral” muito semelhante, mas possuem locais de encontro diferentes. Seguem o mesmo “Deus” e “Jesus”, mas possuem locais de encontro diferentes. Possuem muitas características em comum, mas cada um julga sua ideologia ou “crença” ser mais correta que a outra. Muitos componentes destes grupos tendem a se atacar ferozmente, afim de demonstrar o que eles entendem por “certo” e “errado”.

Me afastando um pouco deste fenômeno, descobri um pequeno grupo que não possui uma “crença”. Foi difícil notar este grupo, pois ele não se difere dos outros em costumes com exceção do não comparecimento a estes eventos regulares, onde a maior parte dos dois grupos mencionados se juntam. Notável ver que os grupos de “católicos” e “evangélicos” se unem ideologicamente contra esse terceiro grupo, que chamarei de “descrentes”. Atacam-os sobre diversos aspectos. Logicamente que esse terceiro grupo revida e uma espécie de embate é levantado. Fico observando o que motiva tal espécie a ter grupos tão distintos? Mais estudos acerca dessa fenomenologia seriam necessários.

Notei um quarto grupo, este foi difícil de apontar, pois está contido em todos os três grupos anteriores. Os chamados por eles mesmos de “fanáticos”. Levam sua crença ou não-crença ao extremo, são intolerantes, agressivos e tendem a se comportar de maneira violenta quando contrariados, nem sempre físicamente.  Este grupo em alguns casos se organizam e promovem eventos que reforçam esse “fanatismo” gerando mais problemas e tornando o fenômeno “crença” ou a negação deste, algo bastante delicado.

Particularmente, após breve estudo desses grupos, especialmente dos fanáticos, conclui que :

– Lidam com um conceito confuso e muito improvável. Eles chamam isso de “verdade”. Pesquisei sobre este conceito nas fontes utilizadas por eles mesmos, afim de entender o que era. Existem tantas “verdades” diferentes e negações das mesmas que o fenômeno “verdade” é algo extremamente inconclusivo. A chave do separatismo ideológico destes grupos se baseia neste conceito. Problema que nem eles mesmos sabem definir o que tanto dizem acreditar saber. Diria que esta espécie de símios está longe de ser considerada evoluída, em relação aos seus ancestrais que vivem em grupos menores e fora das chamadas “cidades”.

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05
fev
10

Ironia divina?

Olá pessoal! Hoje o post é simplesmente para deixar registrado o meu “Boa champz!” para o querido Padre Marcelo “Poser” Rossi. Aquele mesmo! Que batizou a Sasha (Xuxa, sendo mãe solteira, fez sexo fora do casamento) mesmo sendo algo proibido pela ICAR. Seria por questões monetárias? Promoção pessoal? Poser? Nah! Que nada! Ele é apenas um homem de Cristo!

Humildade x 7 + Saúde + Criatividade + Disposição (algo assim) são os 10 pedidos diários do Poser Marcelo Rossi quando acorda (de acordo com entrevista dada ao repórter inexperiente, antigo quadro do CQC, com o Danillo). Bom venho aqui trazer um vídeo bem curtinho que coloca o Padre Poser Rossi na lista das “Falhas épicas”! Vejam só –

Se Deus realmente existisse, diríamos que ele deu uma tremenda sacaneada no padre Marcelo Poser! Realmente! Sendo padre ele quase foi massacrado, imagine se não fosse! Tava morto!

Já sei que vai ter gente dizendo que foi “graças a deus!” que o ataque de cães não foi pior. A questão é que a postura dele de procurar graça divina mediante um ataque canino, pelo visto não funciona (quem salvou o traseiro dele foi a mãe)! Mesmo ele afirmando com toda certeza de que faria isso. Cômico é ver o Poser Rossi mandando “beijo mamãe! Te amo!” como se fosse algo do gênero “Apesar disso, não estou nem com um filetinho sequer de raiva.”

Claro Rossi, continue sendo nosso Poser católico favorito. Nós te amamos!

Os animaizinhos subiram no monte! Os animaizinhos subiram no monte! \o/

18
jan
10

As origens críticas…

Como muitos já notaram falo de religião sobre este blog. Critico, reflito e a cada momento que se passa vejo o quão impossível seria sustentar deus em minha vida novamente. Quão difícil seria (se eu o tentasse de modo honesto) acreditar em toda essa fábula bíblica de deus. Quão difícil seria!

Quando critico religiosidade (cristianismo e seus desdobramentos, em geral – mas não exclusivamente) falo da grande maioria, do que vejo, do que leio. Não sou onisciente e muito menos conhecedor de todas as igrejas praticantes de tal doutrina. O motivo pelo qual religiões me incomodam é o fato de possuirem verdades fundamentais ou dogmas, onde sustentam toda a razão de sua existência. Essa seria a origem de minha crítica a diversos sistemas religiosos.

Falando brevemente do protestantismo de Lutero. Aonde teve-se uma chance de finalmente quebrar o catolicismo, acabar com todo aquele niilismo cristão! Alguém levantou-se contra a igreja, desafiou-a! Tão somente por apenas uma maldita reforma. A reforma protestante que não desconstruiu o cristianismo e seus dogmas, apenas os moldou – dando início a um novo desdobramento do cristianismo. O niilismo cristão continuaria a perpetuar-se paralelamente. Catolicismo de um lado, protestantismo do outro.

Hoje temos inúmeras igrejas evangélicas – Nova Vida, Adventista do sétimo dia, Jesus Cristo é o Senhor, Tá Amarrado em nome de Jesus etc. Cada uma com suas ligeiras peculiariedades – geradas pelas interpretações acerca do novo/velho testamento. Completamente descabidas muitas delas, algumas até explicam “biblicamente” por qual razão as mulheres não são permitidas se rasparem ou fazerem sexo oral. Incrível.

Temos o intrépido grupo dos criacionistas da terra jovem. Onde acreditam e fundamentam que a terra tem menos de 10,000 anos de idade. Qualquer geólogo daria boas gargalhadas. Temos zilhões de evidências que demonstram justamente o contrário. Afinal eles se blindam de qualquer conhecimento que venha confrontar suas verdades bíblicas, verdades essas que são passíveis de interpretação. Até onde a razão pode defender a fé?

Sem comentar no doutrinamento feito em milhares de crianças pelo mundo. Escolas associadas massivamente a religiões ensinando essas “verdades” morais e únicas as crianças. Verdadeiros abusos mentais. As aulas de “ciências” demonstram a Teoria da Evolução como uma “alternativa” ao Criacionismo. Perai?! Alternativa?! Criacionismo é teoria desde quando?! Incrível! Lamentável! Cristão! Deplorável…

Devo dizer que reconheço a existência de teístas moderados, muitos deles apenas cultuam seus deuses de maneira tranquila, sem se importar se o outro acredita ou não. Respeitam as diversas religiões e não tem problemas com isso. Sei que existem, conheço gente assim. Acontece que mesmo as pessoas de “crença moderada”, digamos assim (reconheço que o termo é meio insatisfatório), servem de base para os fervorosos. Imagine-se ao ir numa dessas migrações atrás de santa ou passeios religiosos feitos hoje em dia, você chegar em um lugar e se deparar com milhares de pessoas com o mesmo objetivo e crença que você? Que impacto teria se eu ao me inscrever numa “passeata atéia” ao chegar lá visse 1000 pessoas que partilham de uma idéia em comum comigo ao invés de 2 ou 3? Ter esse “reforço” de sua “crença” (aspas, pois no caso de uma passeata atéia, não seria bem reforço de uma crença e sim da não crença) é algo muito positivo. Ai fervorosos e moderados se misturam.

Fundamentalismo, dogmas, verdades absolutas. Ai que está o grande problema. Olhar o mundo diante de um filtro tão certo e completamente INCERTO ao mesmo tempo. O pior é acreditar veemente que este é o certo, sem titubear. Afinal a fé inabalável é uma virtude! Sejamos virtuosos! Retirar a moral da bíblia. Se não temos razões morais bíblicas para seguir, se deus não existe, por que ser bom? Incrível. Então essas pessoas são boas pois temem a deus? Não são boas pois simplesmente acreditam que fazer o “bem” é satisfatório por si só? Sistema de recompensa/punição divina? Meu palpite é que não, elas fariam o bem mesmo sem crer em deus, mas o fundamentalismo delas jamais permitiria tal conclusão.

É complicado falar desses assuntos, pois infelizmente religião em nossa sociedade tem um status de intocável. Colocou-se em um pedestal e quem ousar criticá-la (com ou sem embasamento racional) automaticamente é um ser desrespeitoso.

É acho que ando sendo desrespeitoso demais…irei ficar por aqui, contador de palavras me lembrando que não devo me exceder…

17
jan
10

História de descrença.

Então! 2000 visitas foram atingidas. Aliás 2030! Como de costume, quando atingi 1001 visitas, gostaria novamente agradecer aqueles que frequentam o blog e gostam de ler meus devaneios. Como de costume irei fazer um post pessoal. A história de minha descrença.

Bom como provavelmente já citei aqui antes, nem sempre fui ateu. Essa posição foi algo adquirido em uma progressão de pensamentos. Evolução gostaria de dizer, mas essa evolução é questionável, portanto utilizarei o termo progressão – um raciocínio foi concluindo outro – de maneira a chegar a minha atual posição.

Bom desde que me entendo por gente, sempre desprezei as instituições religiosas. A igreja e qualquer outro templo físico com intuito de adoração a alguma entidade. No entanto seus dogmas e doutrinas eram bem aceitas por mim. Jesus e a presença de um super-ser tomando conta de todos nós – seja punindo ou recompensando – era algo perfeitamente plausível quando eu tinha meus 12 anos aproximadamente. Eu rezava, tinha medo de espíritos e acreditava no capeta. Acreditava que quando morríamos, teríamos todos nossos lugares no céu. Assim havia sido me ensinado, quando criança, diante da minha primeira experiência com a morte de um parente – “Está vendo aquela estrelinha lá? Então, ela estará lá te olhando sempre!” Quem nunca escutou isso quando criança?

Alguns anos se passaram e devido ao ligeiro conhecimento de história medieval no ensino médio, pude reparar quanta merda foi feita em nome deste suposto “Deus” católico. Inquisição me deixou chocado – pessoas serem queimadas pelo simples fato de serem “bruxas” (porra!) ou ameaças a igreja, hereges! Dai comecei a me desvencilhar do cristianismo – sem falar que os milagres de Jesus e o fato dele ter nascido de uma virgem já não faziam o menor sentido para mim. Joguei Jesus e o catolicismo fora, mas não a existência de um super ser onipotente.

Por volta dos meus 15-16 anos, era uma espécie de Deísta. Acreditava que existia um “poder superior”, mas não sabia definí-lo. Erroneamente me chamava de agnóstico, achando que agnósticos são aqueles que acreditam em “algo não definido”.  Seu “deus” pessoal, logo agnóstico. Santa ignorância (ah, santa!). Estava com “meu deus” e moldava ele de acordo com os meus questionamentos – Mas se tem um poder superior, pq existe tanta miséria? Pois ele criou as coisas como são, mas não interfere, somos livres e perguntas do gênero. Fui questionando tanto esse poder superior que uma hora a pergunta foi “Porra, se ele não interfere em nada, pra que ele existe?“. Percebi em meu íntimo que sustentá-lo já não era mais possível e conclui que nada do meu dia-a-dia (ou experiência prática) corroborava com minha idéia de “poder superior”.

Aos 17-18 anos já me considerava descrente, mas era pouco familiarizado com o ateísmo em si. Via evangélicos fanáticos ou argumentos pró-deus e por mais que me incomodassem não sabia como refutá-los. Pareciam fechados, perfeitos e infalíveis. Somente com meus tardios 21-22 anos que comecei REALMENTE a me interessar pelo assunto. Ler, ver vídeos, palestras e a procurar conhecimento neste assunto. Hoje entendo que o desenvolvimento de minha postura cética que me levou ao ateísmo.

Ainda não descarto 100% a existência de um deus, diria que empiricamente falando, dia-a-dia, na prática não existem deuses. Nada aponta para tal, somente os fatos simplórios como “consegui um emprego” ou “tirei uma nota boa na faculdade” que são atribuídos a um “graças a deus!”. De maneira absurda e infundada, mas acontece. Filosoficamente falando talvez. Não possuo calibre (ainda) para refutar algumas posições teológicas, não conheço a fundo para saber o que foi dito por ai a respeito. Então deixo meu “muito improvável que exista um deus, mas não o descarto totalmente.” Até por que, ao afirmarmos que “Não existe um deus e ponto!” me soa um bocado dogmático, mas sei perfeitamente que existem pessoas que saberão embasar brilhantemente tal afirmação. O que não seria o meu caso, ainda.

É isso, de uma maneira bem resumida. Mais uma vez, obrigado a todos que colaboraram para que mais uma marca fosse atingida – rumo ao 3000! Abraços a todos!

22
out
09

Coexistir – Ateísmo

Ateísmo

Ateus por definição são pessoas que não crêem em Deus ou Deuses. Essa definição por si só deixaria claro o que um Ateu é. Aparentemente essa definição deixa margem para diversas interpretações negativas e preconceituosas.

Uma pesquisa feita pelo IBGE em 2000 ¹ mostra que o número de Ateus no Brasil vem crescendo em um ritmo acelerado. Isso indica que Ateus não são uma parcela ínfima da sociedade e que compõem, numerosamente, uma parcela significativa.

O preconceito mais comum contra o Ateu é sua moral/ética serem possivelmente duvidosas ou “flexíveis demais”. A origem deste preconceito é que para grande parte das religiões moral e ética são baseadas em livros sagrados. A bíblia por exemplo. Ateus não possuem livros ou mandamentos, mas são tão capazes de desenvolver uma moral e conduta quanto um católico. Nada impede um Ateu de praticar bons atos ou ser caridoso, isso independe de religião. Preconceitos um pouco menos difundidos, mas tão perigosos quantos são que Ateus não tem “alma”, não possuem senso de justiça ou são pessoas perdidas e profanadoras de tudo que é sagrado em geral, por não aceitarem um criador maior para justificar nossa existência.

Obviamente dizer como este preconceito afeta a sociedade seria redundante, visto que preconceitos não contribuem em nada, além de separatismo social.

A imagem a princípio foi um pouco difícil de ser trabalhada, pois como representar um Ateu? A maioria dos símbolos existentes são referentes à ciência ou ao evolucionismo de Darwin. Evidência maior que Ateísmo não necessariamente está relacionado com a ciência dá-se ao fato que inúmeros cientistas possuem religião.

A imagem traz consigo um conceito simples. Utilizando-se bonecos como representação de uma pessoa e estampadas em suas camisas os símbolos de suas crenças. As religiões escolhidas foram Judaísmo e Cristianismo. O boneco do centro com a camisa sem estampa representa exatamente a falta de crença de um Ateu. Nada melhor que a não utilização de símbolos para representar o Ateu, a nível de descrença.

Um círculo envolve os três bonecos, com o intuito de passar união. Assim como na matemática esse símbolo funciona como agrupador de elementos. A utilização do círculo evidencia a idéia da coexistência, crentes e não crentes no mesmo grupo.

Por estar trabalhando simbologias simples, resolvi utilizar preto e branco, visto que cores só iriam adicionar mais informação visual, o que não seria necessário. Uma frase curta, mas de impacto foi utilizada para rápida assimilação da idéia da imagem, facilitando a associação de Ateu com o boneco do meio, com a camisa sem estampa.

15
out
09

Como converter Ateus?

Olá a todos! Venho trazer esse cômico vídeo do youtube “Como lidar com um ateu” (clique para ver). Presumo que esse senhor com so(a)taque gaúcho seja um pastor pelo aspecto “dinâmico” da coisa. Se procurarem um pouco no youtube poderão ver mais pérolas do sujeito. O vídeo é pequeno uns 40 segundos no máximo.

Trago esse vídeo pois de fato achei engraçado, mesmo. Peguei esse vídeo de um tópico do Ateus.net (pode-se achar o link na minha seção de links) do fórum Ateísmo.

Resolvi levantar uma questão ao ver tamanha bobeira. O fato de um ateu se converter diante do medo desesperador da morte. Eu pensei que os pastores (se é que ele é um pastor, não posso afirmar) tivessem mais imaginação. Esse velho truque do “na hora do desespero todo mundo chama AI MEU DEUS!” já não cola mais. Bom eu sou Ateu e já cansei de dizer “JESUS CRISTO!” quando alguém fala uma coisa idiota ou vejo algo absurdo. Sabe qual razão? Pois para mim dizer isso não passa de uma expressão comum. Façamos uma comparação. Se eu chutar uma cadeira sem querer e gritar “CADEIRA FILHA DA P***!” Acreditaria eu que REALMENTE a cadeira tem uma “mãe” e que a mãe dela é uma p***? Acho que nem um católico fervoroso iria achar isso. O mesmo ocorre quando se grita “AI MEU DEUS!” quando tomar um susto ou algo do gênero. Me admira alguém achar que de fato um ateu usar tais expressões o tornem dúbio em sua não crença.

Acho que isso não era nem pra ser um motivo de post, mas não resisti. Afinal uma penca de pessoas bateram palma para esse cara ao afirmar coisa tão ridícula (espero que conscientemente. Pior quando se bate palma para algo e nem sabe do que se trata!) portanto devo assumir que muitas pessoas acham que pegam um ateu quando eles proferem tais palavras. “AHÁ! Te peguei! Viu! Até você acredita em Deus!”. Já sei. Aconselho a todos que não acreditam, ao topar o pé numa pedra gritem “AI MEU ZEUS!” Assim pelo menos não receberemos críticas dos teístas que estiverem perto.

Sério mesmo. Ri um bocado com esse vídeo somado ao so(a)taque gaúcho do pastor. Belíssima pérola. Fiquem com ZEUS e até o próximo post! (De ateu vou passar pra politeísta!)

That´s all folks.




Aterro Sanitário

Lixo da Vez - Ronaldo o FENOMENO?!

Oi, queria agradecer ao espaço cedido pelo amigo e também entusiasta da copa, Bocadoogro.
Vocês sabem que eu sempre fui brasileiro desde que nasci no Brasil. Gosto muito do brasil e vou curtir muito assistir a copa do meu telão de cinema na minha casa lá na europa.

Mas vim aqui para um assunto mais importante. Essa palhaçada toda de protesto a respeito de usar dinheiro da copa para fazer hospital. Amigo, repito e disse, não se faz copa com hospital! Precisamos de estádio. Esse dinheiro que foi pro estádio não iria para hospital. Se não fosse pela copa o estádio nem o hospital existiria.

Vocês reclamam de hospital, não entendo! Sempre que fico gripado ou preciso de médico o Sírio-Libânes tá lá de boa. Não entendo essas reclamações. Neste ponto eu apoio meu amigo Pelé, grande sábio. Vamos esquecer essas bobeiras e focar na copa.

Grande abraço para vocês, do Ronaldinho Fenômeno.