Arquivo de agosto \19\UTC 2014

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ago
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Guild Wars 2 – Breve Análise

Olá Internet!

Estava eu já, por tempos, devendo este post. Havia pensando há tempos a respeito do MMO Guild Wars 2 e por quais motivos eu o considero o melhor MMO que eu já pude jogar. Joguei alguns MMOs até hoje (incluindo World of Wacraft, Priston Tale, Silk Road, Ultima Online, Star Wars Old Republic, Lineage II e Defiance). Vale destacar que os que mais joguei foram World of Warcraft e Guild Wars 2.

Guild Wars 2 é um jogo de fantasia em terceira pessoa (como a grande maioria dos MMOs) que insere o jogador no mundo de Tyria. A ameaça de um dragão ancião é o ponto principal da história.

"Yes, you! Come join me and save Tyria!"

“Yes, you! Come join me and save Tyria!”

Para mim o principal diferencial do guild wars 2 é uma característica determinante nas tomadas de decisões por parte dos game designers, que é a cooperação. Cooperar mutuamente com amigos ou completos estranhos é necessário e recompensador. As mecânicas e features do jogo, foram criadas com o intuito de recompensar os jogadores por cooperarem entre si. Esqueça “ninja loot” ou “node camping”, práticas comuns em MMOs, em que um jogador do seu grupo pode roubar um item (os famosos Hunters dando NEED rolls em armas com atributos de outras classes no World of Warcraft depois de matar aquele boss que leva 1 semana para dar respawn) o que gerava frustração, discussões e até mesmo brigas entre guildas ou pessoas aleatórias que você resolvia jogar.

A maneira em como as regras para grupos, recursos naturais e interações em geral são construídas no Guild Wars 2 evitam a maioria dos problemas que já experienciei em outros jogos. Não é possível roubar o loot de ninguém (ele é gerado individualmente para cada jogador), os recursos naturais (minérios e outros para profissão) são gerados individualmente nos mapas, então não se preocupe em correr atrás dos minérios no mapa – eles ficarão lá até a hora que decidir pegá-los. Evitando node camping e até mesmo problemas quando se joga com um amigo que possui a mesma profissão que você e consequentemente necessita dos mesmos recursos. Se você ver um jogador aleatório lutando com monstros que você precisa para completar um objetivo, o normal seria pular para outro monstro ou convidá-lo para o seu grupo (e dividir o loot, o que desestimula e muito fazer grupos com estranhos, no caso de World of Warcraft). No Guild Wars 2 basta atacar o monstro e ambos ganham experiência e itens, sendo do mesmo grupo ou não. Caso o azarado jogador morra, ao ressuscitá-lo, é recompensado com uma pequena quantia de experiência. Pequenas mecânicas como essa, somam e fazem uma diferença enorme na interação entre os jogadores – ao invés de um potencial estranho que pode roubar ítens e recursos, eu vejo um aliado que vai me ajudar e tornar aquela missão/objetivo mais fácil, sem perder nada com isso. Sem “dividir o XP” ou o “loot”. Apenas recompensas e nenhuma punição por se juntar com outros jogadores, o que na minha opinião, deveria ser algo que todo MMO deveria ter como prioridade. Juntar jogadores e não dividí-los.

Tirando outras mecânicas bacanas como os “eventos dinâmicos”, que por si só mereciam um post inteiro, existe a parte hardcore e menos casual – as dungeons e mega-bosses. As dungeons funcionam como na maioria dos MMOs, você junta um grupo (neste caso 5) e passa por uma dungeon com bosses e desafios que só podem ser superados em grupo. A diferença é que no Guild Wars 2 não existe o já manjado e entediante “Tank, Healer e DPS” como nos MMOs tradicionais. Lembro que no World of Warcraft perdia-se horas e mais horas na fila, esperando um “tank” entrar no grupo, pois era um papel que poucos faziam, devido a restrições de classe. Na maioria das dungeons e raids, tendo tanks e healers decentes era mais do que o suficiente para matar um chefão. No Guild Wars 2 a história é outra. O grupo de 5 jogadores são igualmente importantes, aonde todas as classes possuem habilidades únicas, mas todas possuem um grau de suporte e controle no grupo. Não preciso ser da classe “X” para ressuscitar um amigo, qualquer classe pode fazer isso. Não preciso de “healer específico”, pois todas as classes possuem cura individual (e algumas em grupo). Dependendo da situação, se um membro do grupo morrer e não conseguir ser ressuscitado, independente do papel dele, o grupo todo pode estar condenado. Isso acaba com a noção de “jogadores mais importantes” (como os healers e tanks, que se não souberem muito bem jogar, não importa o quão bom os outros sejam, condenarão o grupo todo) enquanto que ao dividir a responsabilidade do sucesso com todos os jogadores do grupo, permite uma maior flexibilidade e reforça a idéia de “jogar em grupo, como um grupo”.

Toquei em pontos específicos e fui menos generalista. Existem muitas coisas a mais para se falar do jogo, mas acho que a principal é a abordagem que os designers da Arena Net tiveram ao repensar algumas das mecânicas de combate e interação entre os jogadores – a criação de um sistema que estimula e recompensa a cooperação e a formação de grupos espontâneos, permitindo uma interação potencialmente mais divertida e menos prejudicial entre os jogadores.




Aterro Sanitário

Lixo da Vez - Ronaldo o FENOMENO?!

Oi, queria agradecer ao espaço cedido pelo amigo e também entusiasta da copa, Bocadoogro.
Vocês sabem que eu sempre fui brasileiro desde que nasci no Brasil. Gosto muito do brasil e vou curtir muito assistir a copa do meu telão de cinema na minha casa lá na europa.

Mas vim aqui para um assunto mais importante. Essa palhaçada toda de protesto a respeito de usar dinheiro da copa para fazer hospital. Amigo, repito e disse, não se faz copa com hospital! Precisamos de estádio. Esse dinheiro que foi pro estádio não iria para hospital. Se não fosse pela copa o estádio nem o hospital existiria.

Vocês reclamam de hospital, não entendo! Sempre que fico gripado ou preciso de médico o Sírio-Libânes tá lá de boa. Não entendo essas reclamações. Neste ponto eu apoio meu amigo Pelé, grande sábio. Vamos esquecer essas bobeiras e focar na copa.

Grande abraço para vocês, do Ronaldinho Fenômeno.