21
dez
13

2013

Olá a todos. Sei que o blog tá cheio de poeira assim como meu tumblr, que começou numa época péssima (durante projeto final). 2013 acabou e tenho algumas palavras a dizer sobre. Colocar perspectiva, sabe. Poder parar este momento que estou agora e gerar uma espécie de “Ei, lembra o que foi 2013?” pois então. Serei breve, resumido, pois quero que as pessoas leiam.

Sei que é um porre pegar aqueles posts que você fica dando scroll down e eles não acabam nunca. Não irei postar uma parede de texto, fiquem tranquilos (aos pouquíssimos leitores que ainda esbarram neste blog).

Parsons e Nova Iorque.

Apesar de ter começado em 2012, meu ano em Nova Iorque foi 2013. Foi quando descobri aulas de mestrado, uma nova visão completamente inédia a respeito do Design e a China através do projeto DREAM:IN. Agora sei o que quero trabalhar e aprender mais. Não achei uma vocação ainda, mas sinto que estou muito mais em sintonia com o que realmente quero do que antes. Via meu futuro fazendo posters e logos o resto da vida no passado e queria dar um tiro na cabeça por isso. Graças a pessoas e a experiências dessa bolsa de estudos, pude ver a amplitude que ser treinado para ser um designer nos permite ter. Meu sonho? Causar um impacto positivo a nível nacional (ou fora do Brasil) no sistema de educação que temos. Como? Usando as ferramentas/corpo teórico que o Design nos proporciona. Quero trabalhar com educação e quem sabe – virar professor universitário. =)

Beijing Shanghai e Hong-Kong

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China. Fui parar lá através do Dream:in. Conheci as 3 cidades mencionadas e assumo que fiquei encantado com a comida e com a semelhança que temos com eles. Nos centros urbanos tem-se todas as mazelas e belezas. China possui belíssimas paisagens, assim como nós e um trânsito problemático e caótico. Moradores de rua também. Acho que é a tal globalização. Não tive choque cultural, tampouco senti “nossa, eles são totalmente diferentes de nós”. Claro, tem nuances e sutilezas que não pude perceber, mas a cultura ocidental está fortemente presente, especialmente em Shanghai. Lojas, Posters, produtos, propagandas. Tudo. Um KFC e McDonald a cada esquina de Beijing. Talvez indo para o interior possamos perceber uma China mais exuberante e distinta, experiência que não tive acesso. Trabalhar no DREAM:IN e poder conhecer um pedacinho dessas 3 cidades foi uma experiência ímpar.

Dormitório, rotina e amigos

Viver por conta própria, administrar contas, comida, compra de mês e limpar o banheiro. Tarefas recorrentes em viver no dormitório. Como era bom. Foi a melhor parte de ter ficado um ano em Nova Iorque. Mesmo. A rotina, os amigos que moravam no mesmo andar e constantemente faziam visitas (sempre queriam minha farofa e meu feijão) e os papos. Os projetos e os planos para o futuro. Pergunta que sempre nos fazíamos – Como será voltar pro Brasil? – e sempre imaginávamos um cenário deprimento e assustador. Nova Iorque era uma cidade maravilhosa (diferente do Rio) não existia trânsito (só usava metrô) e eu podia vagar por Manhattan de madrugada quando tinha minhas crises de insônia. Essa rotina faz uma falta danada.

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2013 pós Nova Iorque e o futuro

Voltei, fiz meu TCC e continuei com a faculdade. Não tenho muito o que dizer academicamente. Minha faculdade não me anima e não tenho mais vontade de ir para lá. Irei terminar por obrigação e por me faltar apenas um período. Consegui um estágio bacana aonde estou em contato com pessoas sensacionais tanto em curriculo, quanto em experiência e valores humanos. Estou a pouco mais de um mês e já estou envolvido em diversos projetos. Voltei e mantenho contato com alguns amigos que fiz por lá em Nova Iorque e estou tecendo um projeto aonde irei trabalhar com estudantes de ensino médio público. 2014 tem potencial. Muito. Planos não faltam e oportunidades irão surgir.

Apesar da nostalgia, sinto que Nova Iorque foi mais um “Até logo” do que um “Adeus”.

=)

 

 

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Aterro Sanitário

Lixo da Vez - Ronaldo o FENOMENO?!

Oi, queria agradecer ao espaço cedido pelo amigo e também entusiasta da copa, Bocadoogro.
Vocês sabem que eu sempre fui brasileiro desde que nasci no Brasil. Gosto muito do brasil e vou curtir muito assistir a copa do meu telão de cinema na minha casa lá na europa.

Mas vim aqui para um assunto mais importante. Essa palhaçada toda de protesto a respeito de usar dinheiro da copa para fazer hospital. Amigo, repito e disse, não se faz copa com hospital! Precisamos de estádio. Esse dinheiro que foi pro estádio não iria para hospital. Se não fosse pela copa o estádio nem o hospital existiria.

Vocês reclamam de hospital, não entendo! Sempre que fico gripado ou preciso de médico o Sírio-Libânes tá lá de boa. Não entendo essas reclamações. Neste ponto eu apoio meu amigo Pelé, grande sábio. Vamos esquecer essas bobeiras e focar na copa.

Grande abraço para vocês, do Ronaldinho Fenômeno.


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