28
jun
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Design, China, EUA e India.

Awwwwwwwwwww! O ogro acordou!

Depois de séculos sem postar absolutamente nada, volto eu – humildemente – fazer mais um pequeno registro de meu hábito. Hábito que não é mais hábito afinal, visto que não tenho postado nada mais neste blog.

Motivos? Nenhum. Simplesmente não achei necessário ou tive vontade. Objetivo do blog nunca foi ser um compromisso e sim apenas um local para registrar idéias e vontades aleatórias. Digitar por um tempo foi algo compulsivo.

Reta final de meu período de estadia nos EUA. Minha bolsa se aproxima do fim. Aulas acabaram e prossigo com meu academic training como research assistant.

Resumo de tudo. Chegando em Nova Iorque conheci Design Thinking/Service/Management/Business/Strategies. Esse bando de coisa, com suas peculiaridades, possuiam métodos, jargões, terminologias e um apelo muito maior em termos de design do que cartazes e identidades visuais. A possibilidade de capacitar pessoas e fazer design com não designers. Aprendi que as tão chamadas “design capabilities”que aprendemos ao longo de 4 anos em um curso de design gráfico, possuem um potencial enorme. Quando entendidas e bem codificadas, podem ser aplicadas em diversos sistemas e contextos completamente distintos.

Vi isso acontecendo na China, nos workshops do projeto DREAM:IN (ganhará um post mais adiante) sistemas projetados por designers, ambientes controlados com frameworks, knowledge managers/brokers, permitindo fluxo/criação de idéias por não designers. Vi como as capacidades de um designer, podem criar e gerar coisas e contribuir com uma coisa – social e capacitação de pessoas para que elas possam seguir com suas idéias e objetivos por si mesmas. Empowering people.

China é um mercado gigantesco, complexo e completamente misterioso para mim ainda. Confesso que preciso estudar e ler muito mais a respeito da cultura, local e possibilidades. Comecei com aulas de mandarim básico esse período passado e pretendo continuar estudando no Brasil. 1.3 bilhões de pessoas é algo a se considerar!

India é pra um futuro não tão distante. Fio para outra meada, quem sabe ganha um post.

O plano é voltar e correr com o fim da universidade. Correr pois não me interesso nem um pouco por design gráfico mais e a faculdade em si não tem muito mais a me oferecer em termos de oportunidades de aprendizado com o que eu quero. Finalizar, pegar meu diploma e aplicar pro meu PhD pleno e cruzar os dedos.

Isso é o resumo do resumo. Especialmente sobre design, que ainda estou digerindo e estudando milhões de coisas. É muita coisa nova pra processar ainda, mas eu chego lá.

Sei que haverá um próximo post, mas quando será, já é outra história. =S

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2 Responses to “Design, China, EUA e India.”


  1. junho 28, 2013 às 8:58 pm

    Os EUA, que parecia tão difícil, chegou………….China veio com esforço…………Agora, que venha a ÍNDIA, nova mete, nova ousadia………………………….bjs

  2. agosto 5, 2013 às 1:21 am

    Ah, tá! Então, com a Terra emergindo, os EUA (Washington-DC), a partir de agora, terão um novo trio de dois países emergentes, um é comunista-socialista, no caso da China (Pequim), onde se fala chinês (mandarim é só dialeto, nada mais), e outro, democrático: a Índia (Nova Délhi), de língua hindi. Sendo assim, a mídia devia publicar mais esses países, e mencioná-los a partir de agora: EUA, China e Índia. Eu repito: será a partir de agora: EUA (Washington-DC), China (Pequim) e Índia (Nova Délhi): três países mais poluidores do mundo (referente à poluição), sujos e emporcalhados (no caso desses dois países emergentes aí), e assim será. Se a Índia (Nova Délhi) fosse outra economia depois dos EUA (Washington-DC) e China (Pequim), então, a mídia terá que mudar os planos e se aproximar mais desses países aí então, e esquecer os demais, que já eram. É isso que querem? Então assim será. Eu, Dausther Lorencini, faço questão de PROTESTAR, o quanto que esses países, embora eu odeie a China (Pequim) pelo seu comunismo, socialismo, autoritarismo, repleto de tantas censuras, PORNOGRAFIA ILEGAL (sendo que eu sou assíduo) e mais FECHADO, desde 2010, as coisas mudaram, e o mundo vai emergir, ou seja, com o planeta emergente, os produtos não serão mais de boa qualidade como antigamente, porque é tudo de “SEGUNDA MÃO”, como é o caso dos produtos XING LING, da China (Pequim), e os da Índia (Nova Délhi). Além disso, deviam focar mais nos países da África, que com a China (Pequim) e a Índia (Nova Délhi), já intrometidos nisso, é hora de publicar e mencionar, o que acontece na África, país por país, dia-a-dia, seja notícias (incluindo a triste cena de pobreza no continente), esportes, curiosidades, etc etc. Para mim, vai ter que ser assim, custe o que custar. Finalizando: com os EUA (Washington-DC), China (Pequim) e Índia (Nova Délhi), os países da África, e os do Oriente Médio, terão que ser publicados a partir de agora, pois são a BOLA DA VEZ. Isso é TUDO que eu posso dizer.


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Lixo da Vez - Ronaldo o FENOMENO?!

Oi, queria agradecer ao espaço cedido pelo amigo e também entusiasta da copa, Bocadoogro.
Vocês sabem que eu sempre fui brasileiro desde que nasci no Brasil. Gosto muito do brasil e vou curtir muito assistir a copa do meu telão de cinema na minha casa lá na europa.

Mas vim aqui para um assunto mais importante. Essa palhaçada toda de protesto a respeito de usar dinheiro da copa para fazer hospital. Amigo, repito e disse, não se faz copa com hospital! Precisamos de estádio. Esse dinheiro que foi pro estádio não iria para hospital. Se não fosse pela copa o estádio nem o hospital existiria.

Vocês reclamam de hospital, não entendo! Sempre que fico gripado ou preciso de médico o Sírio-Libânes tá lá de boa. Não entendo essas reclamações. Neste ponto eu apoio meu amigo Pelé, grande sábio. Vamos esquecer essas bobeiras e focar na copa.

Grande abraço para vocês, do Ronaldinho Fenômeno.


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