Arquivo para julho \26\UTC 2012

26
jul
12

Diablo e a Blizzard

Para os jogadores e fãs da série a blizzard anunciava por volta de 2008 que Diablo 3 estava em produção. Desespero, felicidade, alegria e muita expectativa surgia a cada update dado e features in-game relatadas.

15 de Maio de 2012 o jogo é finalmente lançado e o que se vê nos fóruns oficiais? Ódio e revoltas. Posts de insatisfação gerais sobre diversos aspectos do jogo, Auction House, dublagem porca, falta de end-game, nerfaram demon hunter, inferno ato 2 é impossível, economia inflacionada devido a exploits e bots, etc etc etc…

Eu adquiri o jogo um mês após o lançamento aproximadamente. Confesso que para mim Diablo 3, apesar de ser um jogo incompleto (uma porrada de conteúdo, incluindo um principal, o pvp, serão implementados com patches no futuro) é um jogo bom. Veja bem – bom. Não é genial, sensacional ou ótimo. É bom.

Uma coisa bem comum que eu notei ao navegar pelos fóruns são as comparações com os jogos anteriores da série, Diablo, Diablo 2 e o LOD (sua expansão). Normal, afinal é uma franquia, seria de se esperar alguns elementos em comum e tecer as comparações acerca destes.

Diablo 2 e LOD foram dois jogos que eu joguei bastante na época. Online na battle.net, tive vários personagens e curtia muito o pvp do jogo. Fazer os famosos “MF Runs” também era bem divertido. A economia do jogo era escambo, você criava uma sala com um nome como “My SOJ your offer”, as pessoas entravam, ofereciam itens pelo seu SOJ (Anel unico, que foi dupado incansavelmente) e a troca ocorria. Confesso que isso não possui a abrangência de uma Auction House, mas funcionava e era bem bacana a possibilidade de barganhar ofertas e permitir que itens fossem trocados por outros, não te obrigando a lidar com apenas uma forma de câmbio (Diablo 3 usa ouro para tal). Tudo bem que na grande maioria das vezes, runas (high runes) e SOJs acabavam virando moeda de troca. Estipulavam quantias de runas ou sojs para taxar o preço de um item, mas isso ocorreu devido a facilidade com que essas runas e SOJs foram duplicados com bugs e exploits in-game.

Diablo 3 possui diversos problemas, assim como Diablo 2, mas o principal problema é a falta de end-game. O atual end-game do jogo é construir um personagem que vença o Inferno (que é bem difícil por sinal). Depois disso não há nada a ser feito. Você pode criar um personagem de cada classe, vencer o inferno com cada um (boa sorte com isso) e acabou-se. Não tem mais nada para ser feito. Caçar itens para que? Você ja venceu o jogo em todos os níveis de dificuldade possíveis. Essa falta de conteúdo “end game” foi constatada pela própria blizzard em algumas declarações e entrevistas.

Colocando de uma maneira mais exata – Diablo 3 é um jogo incompleto. Aliás a Blizzard tem feito isso ultimamente, lançar jogos incompletos e finalizar com patches mais tarde. Um caso que acho bem peculiar e me parece como um grande laboratório é o próprio World of Warcraft. Quem jogou o “Vanilla” e vê o Mists of Pandaren percebe que praticamente tornou-se outro jogo. A cada expansão eles reinventam o sistema de talentos do jogo (que é um elemento importante) alegando que o anterior não era eficiente como eles queriam. O que era ruim fica bom, o que era bom fica ruim e vive-se um troca-troca constante. Awww, mas tem pandinhas fofinhos e lindos! Quem se importa se o jogo for bom ou não, certo?

Irei fazer uma análise de alguns pontos do Diablo 3 com mais detalhes. Não sou game designer, já fui da área no sentido de ter contato com game designers e material sobre o assunto. Achei a polêmica do Diablo 3 um assunto interessante a ser abordado. Como gamer e ex-entusiasta na área de criação de jogos. Próximo post, para não alongar demais este.

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19
jul
12

None

English, português tanto faz.
Ultimamente meus pensamentos estão bem misturados. É engraçado pensar em inglês, falar em português e discutir comigo mesmo numa língua que eu nem sei se existe.

Pushing the line. Keep pushing it, let’s see how far it can go.
Living in society demands a lot. We see a group of friends sticking together into a bar. Half of them hate each other. They hug, laugh and even share some secrets. Just some secrets, so they look like real friends – “Hey you are my friend, so I’ll share that piece of private information with you…” – But wow, hey, wait a minute!

Really? Nope. They know how far they can go with those secrets, so they don’t say then at all. Just a few minor secrets so they won’t regret anything later…after all you can fake a friendship, but you can’t just throw away those kinds of informations. Not for fake friends.

There’s the second subject at hand while practicing “fake interactions” – don’t think I am an expert in that field, just saying what I am used to notice while hanging around. As a matter of fact, I suck so hard at that. I guess that’s why I have only few REAL friends. To be honest I am not even a little concerned about my friendship numbers – it’s all about quality not quantity.

With that said, we can go on. Where we were? Ah, yes! The main reason for that kind of practice take place into society sometimes could be narrowed down to one reason – main reason – I guess.

Afraid of being alone, leading to the most hard “thing” to deal with – yourself. Yes. When you are alone, most of your time, you end up dealing with yourself. A lot. For some people that’s just unaceptable. It´s hard to deal with you, to be you to even think being on your own.

Hipocrisy has been fueling relationships for centuries. It’s just how things works. The grease on the wheel.
We lie to each other and pretend to believe. It’s quite simple.

But fear not! We got a few people who just can’t be part of that. Some just refuse to be, others simply can’t. That resistance does exist and it’s out there with very few soldiers fightning on. 

You can be a part of it. It’s simple and easy. Real relations need to be based on truth.

And yes you can judge people. That “do not judge people, because you are not perfect” is bullshit. That’s bullcrap passed on to us in a “words of wisdom” way. How can we say otherwise?! It’s even on the bible! Yeah, I think tha’ts enough reason to shut the fuck up and just obey that rule.

Hell no. Judging people in a SENSE (let’s make that crystal clear) is important. We can judge sometimes just to say “Hell, i don’t want someone who do that around me!” Isn’t that so wrong?

Words of wisdom my ass.

If I don’t judge who will? Am I suposed to just let someone else do it? A higher power, perhaps?

We got to stand for our own actions. Judge and be judged is a part of how things happens. Just stand for it. Just don’t lose what is precious and important. Yourself. If you think you do know what’s best for you then stick with it. Be reasonable enough to recognize some mistakes and get over them.

Waiting IDLE waiting for the shit to hit the fans will not work. Trust me on that one.

Tá, admito que to treinando inglês. Fred esse post me lembrou tu e algumas de nossas conversas.

Godspeed.




Aterro Sanitário

Lixo da Vez - Ronaldo o FENOMENO?!

Oi, queria agradecer ao espaço cedido pelo amigo e também entusiasta da copa, Bocadoogro.
Vocês sabem que eu sempre fui brasileiro desde que nasci no Brasil. Gosto muito do brasil e vou curtir muito assistir a copa do meu telão de cinema na minha casa lá na europa.

Mas vim aqui para um assunto mais importante. Essa palhaçada toda de protesto a respeito de usar dinheiro da copa para fazer hospital. Amigo, repito e disse, não se faz copa com hospital! Precisamos de estádio. Esse dinheiro que foi pro estádio não iria para hospital. Se não fosse pela copa o estádio nem o hospital existiria.

Vocês reclamam de hospital, não entendo! Sempre que fico gripado ou preciso de médico o Sírio-Libânes tá lá de boa. Não entendo essas reclamações. Neste ponto eu apoio meu amigo Pelé, grande sábio. Vamos esquecer essas bobeiras e focar na copa.

Grande abraço para vocês, do Ronaldinho Fenômeno.