17
jan
10

História de descrença.

Então! 2000 visitas foram atingidas. Aliás 2030! Como de costume, quando atingi 1001 visitas, gostaria novamente agradecer aqueles que frequentam o blog e gostam de ler meus devaneios. Como de costume irei fazer um post pessoal. A história de minha descrença.

Bom como provavelmente já citei aqui antes, nem sempre fui ateu. Essa posição foi algo adquirido em uma progressão de pensamentos. Evolução gostaria de dizer, mas essa evolução é questionável, portanto utilizarei o termo progressão – um raciocínio foi concluindo outro – de maneira a chegar a minha atual posição.

Bom desde que me entendo por gente, sempre desprezei as instituições religiosas. A igreja e qualquer outro templo físico com intuito de adoração a alguma entidade. No entanto seus dogmas e doutrinas eram bem aceitas por mim. Jesus e a presença de um super-ser tomando conta de todos nós – seja punindo ou recompensando – era algo perfeitamente plausível quando eu tinha meus 12 anos aproximadamente. Eu rezava, tinha medo de espíritos e acreditava no capeta. Acreditava que quando morríamos, teríamos todos nossos lugares no céu. Assim havia sido me ensinado, quando criança, diante da minha primeira experiência com a morte de um parente – “Está vendo aquela estrelinha lá? Então, ela estará lá te olhando sempre!” Quem nunca escutou isso quando criança?

Alguns anos se passaram e devido ao ligeiro conhecimento de história medieval no ensino médio, pude reparar quanta merda foi feita em nome deste suposto “Deus” católico. Inquisição me deixou chocado – pessoas serem queimadas pelo simples fato de serem “bruxas” (porra!) ou ameaças a igreja, hereges! Dai comecei a me desvencilhar do cristianismo – sem falar que os milagres de Jesus e o fato dele ter nascido de uma virgem já não faziam o menor sentido para mim. Joguei Jesus e o catolicismo fora, mas não a existência de um super ser onipotente.

Por volta dos meus 15-16 anos, era uma espécie de Deísta. Acreditava que existia um “poder superior”, mas não sabia definí-lo. Erroneamente me chamava de agnóstico, achando que agnósticos são aqueles que acreditam em “algo não definido”.  Seu “deus” pessoal, logo agnóstico. Santa ignorância (ah, santa!). Estava com “meu deus” e moldava ele de acordo com os meus questionamentos – Mas se tem um poder superior, pq existe tanta miséria? Pois ele criou as coisas como são, mas não interfere, somos livres e perguntas do gênero. Fui questionando tanto esse poder superior que uma hora a pergunta foi “Porra, se ele não interfere em nada, pra que ele existe?“. Percebi em meu íntimo que sustentá-lo já não era mais possível e conclui que nada do meu dia-a-dia (ou experiência prática) corroborava com minha idéia de “poder superior”.

Aos 17-18 anos já me considerava descrente, mas era pouco familiarizado com o ateísmo em si. Via evangélicos fanáticos ou argumentos pró-deus e por mais que me incomodassem não sabia como refutá-los. Pareciam fechados, perfeitos e infalíveis. Somente com meus tardios 21-22 anos que comecei REALMENTE a me interessar pelo assunto. Ler, ver vídeos, palestras e a procurar conhecimento neste assunto. Hoje entendo que o desenvolvimento de minha postura cética que me levou ao ateísmo.

Ainda não descarto 100% a existência de um deus, diria que empiricamente falando, dia-a-dia, na prática não existem deuses. Nada aponta para tal, somente os fatos simplórios como “consegui um emprego” ou “tirei uma nota boa na faculdade” que são atribuídos a um “graças a deus!”. De maneira absurda e infundada, mas acontece. Filosoficamente falando talvez. Não possuo calibre (ainda) para refutar algumas posições teológicas, não conheço a fundo para saber o que foi dito por ai a respeito. Então deixo meu “muito improvável que exista um deus, mas não o descarto totalmente.” Até por que, ao afirmarmos que “Não existe um deus e ponto!” me soa um bocado dogmático, mas sei perfeitamente que existem pessoas que saberão embasar brilhantemente tal afirmação. O que não seria o meu caso, ainda.

É isso, de uma maneira bem resumida. Mais uma vez, obrigado a todos que colaboraram para que mais uma marca fosse atingida – rumo ao 3000! Abraços a todos!

Anúncios

5 Responses to “História de descrença.”


  1. 1 REMBRANDT DONIZETTE CASTRO
    janeiro 17, 2010 às 4:43 pm

    Espero que você não se importe em receber minha manifestação em mais um blog seu, mas eu quero expor meu pensamento ao maior número de pessoas possível
    Âs ciências exatas evoluíram muito e podem evoluir muito mais. Explorar o mundo à nossa volta, descobrir como ele funciona, podendo transformar seus elementos para que nos dêem conforto e outras facilidades é algo positivo e essencial.
    Esta evolução tem-nos afastado de muitas superstições e crenças errôneas, como a crença na geração espontânea, em catástrofes enviadas por deuses, etc; não nos afasta, porém, da crença em Deus. Esta não se apega a superstições nem na negação da ciência, ao contrário. Posso mostrar.
    UM phd em química chamado Charles McComs postou um artigo criticando o experimento de urey e Miller, experimento este que resultou em 13 dos 20 aminoácidos que formam as proteínas. Ele toca no ponto da quiralidade. Segundo ele, aqueles aminoácidos deveriam ser formados unicamente pelo isômero óptico levógiro, o que não é possível por reações naturais; os aminoácidos que os dois pesquisadores criaram não tinham, portanto, potencial para gerar vida.Outro lado da questão é o dna, que nenhum pesquisador conseguiu chegar nem perto de criar. As moléculas dos nucleotídeos, para terem potencial à vida, precisam ser formados unicamente pelo isômero óptico destrógiro, o que, mais uma vez, não é possível por reações naturais. Não é possível, nem um nem outro, pelo seguinte: reações naturais formam sempre uma mistura dos dois isômeros, sem exceção. McCombs faz outras observações, como o fato de alguns materialistas dizerem que o processo de formação da vida ocorreu há muito tempo, por isso as condições eram completamente diferentes. Isto é crer numa explicação sobrenatural, ele comenta, não em dados científicos. Para quem quiser ler o artigo, aí está o endereço:
    http://techjunior.wordpress.com/2009/03/15/a-evolucao-espera-que-voce-nao-saiba-quimica-o-problema-da-quiralidade/.
    Outra evidência são as impressões digitais. Elas são únicas em cada indivíduo da Terra. Nunca foram encontradas duas pessoas com as mesmas impressões digitais, nem pessoas ligadas na árvore genealógica, nem pessoas sem ligação alguma. Minha afirmação é que, se os processos de formação da vida fossem naturais, ocorrendo mutações aleatórias, a sequência do dna responsável pelas impressões digitais deveriam repetir-se, pelo menos algumas vezes, em bilhões e bilhões de nascimentos. De acordo com os estudos, podemos afirmar que os próximos dois bilhões de bebês nascidos na Alemanha terão impressões digitais diferentes entre si. Se tivéssemos uma sequência de números da megassena, poderíamos afirmar que, daqui a dois bilhões de jogos, a sequência com certeza não se repetirá?
    Quanto mais as ciências exatas avançam, mais aumentam os argumentos criacionistas. Se não tivéssemos as informações das impressões digitais, o argumento de mutações aleatórias seria muito mais forte, pois tiraria o problema da probabilidade de nunca ocorrer igualdade em bilhões e bilhões de vezes. Se não tivéssemos a evidência que McCombs apresentou, o experimento de Urey e Miller, aliado à teoria da Evolução, levaria o Homem a considerar questão de pouco tempo a prova final de que a vida surgiu por processos naturais; com esta apresentação do phd em química, entretanto, o experimento dos aminoácidos cai por terra como qualquer evidência, mesmo porque se descobriu que a ocorrência de aminoácidos no Universo é comum; eles criaram, portanto, algo comum. Seu único feito foi ter catalogado um processo para formar aminoácidos.
    fim da primeira parte do manifesto, no qual eu expus fatos que nos aproximam de Deus.

    .
    Na segunda parte, farei perguntas e especulações:
    O Universo era eterno, ou surgiu num instante, como diz o Big Bang? Se era eterno, tornou-se perceptível a partir de determinado momento. Por quê? Seria o “faça-se a luz”?
    De acordo com a teoria do Big Bang, as leis da física não se aplicavam antes da grande explosão. Como tudo explodiu? Que força ou forças fizeram a massa inicial explodir? Esta massa inicial era um único átomo de hidrogênio? Eu especulo que a força que fez a matéria inicial explodir era e é Deus, a não ser que existissem antiforças, que, por sua vez, formaram um antiátomo de hidrogênio.
    consideremos o problema da quiralidade, que expus na primeira parte, resolvido. Como os aminoácidos começaram a se mover e a se fundir para gerar proteínas? E a matéria-prima do dna, como se fundiu? O vento? Tsunamis?
    O dna, considerando que se formou, como se fundiu a outros elementos para formar uma célula? Mais uma vez o vento? E posteriormente, como se especializou gradativamente, formando seres pluricelulares cada vez mais complexos? Moléculas externas vieram em seu auxílio? Processos incríveis da natureza? Lembre-se de que as moléculas estavam sujeitas a condições naturais. Iam e vinham de acordo com o vento, ondas do mar, deslocamentos de terra; insolação poderia modificá-las.. Já existia a camada de ozônio? Caso não existisse, as primeiras formas de vida viveram, por milhões de anos, debaixo da terra? Então não vieram da água?
    O Homem evoluiu de um hominídeo X. A natureza precisaria de que um outro hominídeo evoluísse da mesma maneira, fazendo a mesma sequência de DNA necessária para formar um ser-humano, diferenciado apenas pelos órgãos reprodutores. forma-se a mulher, considerando que o macho surgiu primeiro. Não bastaria, pois, um casal para a espécie crescer. Um ou mais bebês só nasceriam em nove meses após ao ato que engravidasse a fêmea. Durante este tempo, um predador poderia devorar a primeira fêmea, o macho ou, após o nascimento, o bebê; mas este teria de viver para gerar descendentes e mais descendentes. Com quem ele geraria mais descendentes? Outros casais eram necessários à espécie. Quantos casais mais surgiram? A evolução era não-planejada, mas a natureza sabia ter de conseguir sequências iguais de dna necessárias para formar seres-humanos várias e várias vezes, reproduzindo bilhões e bilhões de sequências, sempre na mesma ordem; mas tudo isto, veja bem, deu-se por processos não-planejados.
    E a reprodução? Como passou para a forma sexuada? Por que várias espécies apresentam tempo de gestação diferente?
    A estas perguntas, eu espero algumas respostas, porque aquele que faz uma defesa veemente de um pensamento, deve ter muito mais a dizer sobre ele do que falar do experimento Urey e Miller, Evolução, mutações genéticas, etc, considerando que isto prova a não-existência de Deus.
    Eu especulo que, após dar aos aminoácidos e às moléculas de dna a quiralidade correta, Deus criou uma ordem que levou a certas situações previsíveis. É como colocar peças de dominó a distâncias adequadas para, ao ser empurrada a primeira, todas cairem. Esta ordem, na minha hipótese, foi conseguida, pois foi planejada. Ordem no não-planejamento pode existir? Quem diz sim, deve pensar em algum fato concreto que mostre tal possibilidade. Conseguida esta ordem, Deus não precisou intervir na criação de tempos em tempos, como diz a teoria do Design Inteligente.
    Neste modelo, a evolução é completamente compatível com a criação de Deus. Eu tenho dúvida sobre o papel da seleção natural. a seleção natural que eu conheço é aquele observada por Darwin nas ilhas Galápagos. Darwin Observou esta seleção em seres já prontos, não em evolução. Seleção natural durante a evolução, tenho dúvidas. É claro, no meu modelo, ela não aconteceu.
    Estas são apenas perguntas e especulações. Não demonstram nada.As especulações podem ser falhas, mas tenho direito a elas, já que ninguém tem respostas. Portanto, peço para que ninguém considere que minhas perguntas têm como resposta inequívoca: foi Deus. São apenas especulações e perguntas.
    Eu não uso lacunas para colocar Deus. Lacunas são lacunas. Podem vir a ser preenchidas com o avanço da ciência. Quando isto acontecer, tomarei posição, pois já não teremos lacunas, mas fatos.
    Como eu demonstrei na primeira parte, minha fé baseia-se no conhecimento. Primeiro eu conheço cientificamente, para depois tomar uma posição em termos de fé. É fé baseada no conhecimento. Se conhecimentos novos vierem a contradizer tudo em que creio, mudarei minhas convicções, pois basear-me-ei em novos conhecimentos, que desmentem os que tenho.
    A Bíblia não fala nada sobre ciência: formação dos átomos, da vida, do sistema solar, etc. No meu entender, Deus escreveu a Bíblia, por meio de homens, para falar de aspectos humanos da criação; falar das relações entre os seres-humanos e entre estes e Deus; além disso, Ele quis deixar que o Homem explorasse o mundo à sua volta. É saudável descobrir coisas novas.

    • janeiro 18, 2010 às 2:08 am

      De maneira alguma fico chateado. Como gosto de pensar, este blog é um espaço para a livre exposição de minhas idéias e de quem o lê. Portanto seus comentários são muito bem vindos. Sinta-se livre para manifestar qualquer tipo de pensamento.

      Vamos lá.
      Primeira parte – Bem você levanta dúvidas que eu também tenho. Até acrescentaria mais, além das impressões digitais não se repetirem o que também nos torna único em termos de personalidade e particularidades? Podemos achar pessoas semelhantes, mas nunca iguais. Essa diversidade “psicológica” também é algo ao meu ver intrigante. Quanto ao experimento de Miller ser desmentido pela quiralidade (apesar deu ler o artigo, não tenho conhecimento científico atual, para saber se de fato nenhum outro estudo refutou o artigo exposto por você) a única conclusão segura que podemos chegar é – Miller estava errado! Mais nada além disso. Afirmar que a partir dai foi Deus quem criou ou não é possível surgir vida do “nada” são conclusões precipitadas. O que eu acho? Mais estudos e muito ceticismo nessa questão.
      Quanto a sua colocação de perguntas da reprodução assexuada, eu não tenho certeza, mas lhe deixarei mais uma vez o conselho – coloque tais dúvidas no fórum ateus.net – lá tem uma galera com um conhecimento muito bom na parte científica do assunto, você colocar tais questões aqui não surtirão muito efeito, visto que eu não sou cientista muito menos estudioso desta área. Você mencionou a “aleatoriedade das mutações”, bem como lhe disse este pensamento está incorreto, visto que a seleção natural não é aleatória, pois seus produtos são TÃO improváveis que assumir “aleatoriedade” seria um erro. Seleção natural é um processo CUMULATIVO. Eu lembro de já ter colocado isso em resposta a algum comentário seu…
      Impressões digitais que não se repetem. E as cores dos cabelos que se repetem? E a cor dos olhos que se repetem? E outras inúmeras características que constituem nosso fenótipo que se repetem? Provavelmente há uma resposta para as impressões digitais, mas mais uma vez lhe digo, não sou estudioso a ponto de ter conhecimento de coisas tão específicas, como suas perguntas.
      E que bom que a ciência permite espaço para refutações e o melhor – os cientistas trabalham nisso. Não são dogmáticos com o conhecimento e sim céticos. Essa postura chave que permite a ciência ter chegado aonde chegou, preenchendo diversas falhas do argumento criacionista.
      Deus criou o homem e a mulher sua imagem e semelhança. Nem mesmo você acredita nisto, visto que você considera que o evolucionismo, mesmo com muitos buracos, já demonstrou que nós não fomos “sempre” assim. Chegamos ao que somos por meio de um processo. Mais um dogma do cristianismo sendo derrubado.
      A terra é o centro do universo. Outro dogma que foi por água abaixo. Nem preciso comentar.
      Jesus nasceu de uma virgem. Você acha que isso realmente é possível? Sem falar nos criacionistas da terra jovem, que acreditam que nosso planeta tem apenas 10,000 anos de idade.
      Falo de religião de modo geral, você ao meu ver é uma espécie de deísta – não cultua nenhuma religião específica como disse – mas aparentemente bebe na fonte do cristianismo. Ao meu ver! Não digo que você de fato seja.
      Por final, não vejo nenhum fato na primeira parte do seu manifesto que nos dê o precioso “logo deus existe!”. Por mais que você diga que não, que sua fé se baseia na razão, lhe pergunto como consegue sustentar Deus diante perguntas que a própria ciência se faz? Essa sua inquietude diante das respostas são as mesmas minhas e de qualquer acadêmico da área. Você simplesmente empiricamente falando, se apega ao fato que “A ciência não pode provar que ele NÃO existe, logo ele existe.” Desculpe-me, por mais que eu releia seus comentários, a conclusão que me soa gritantemente é essa.

      Segunda parte –

      Percebi que você adora “tecer hipóteses” aonde encaixa seu Deus tranquilamente. Sua origem do universo “minha força geradora era deus”. Pergunto a você baseado em que, você teceu tal hipótese? Na bíblia correto? A bíblia foi escrita por cerca de 40 autores durante 1600 anos e já foi vítima de monstruosas manipulações ao longo dos anos. O próprio ato de tradução já acarreta em perda de conteúdo e interpretações. Você realmente acha que a bíblia é um livro satisfatório e que ela mesma sustenta deus tranquilamente?
      Você forja suas hipóteses, mas diferente dos cientistas você não tem um estudo profundo das áreas que dá palpite. Gostaria que você evidenciasse (para chamar deus de hipótese) algo que DEFINITIVAMENTE corroborasse com essa idéia. Se isso fosse possível, teríamos algo do gênero baseado em fortíssimas evidências de um criador divino não acha? Tudo que vejo são argumentos que como causa final tem a fé. Mesmo que mascarada com “razão”.

      Sua afirmação final “Ele quis deixar que o Homem explorasse o mundo a sua volta.” Baseado em que você acha isso? No seu senso comum? Na sua concepção de deus bom e justo? Sua frase esta impregnada de valores pré-concebidos por você (ou a crença que segue) de um suposto deus – aquele que você acredita. Sendo que se olharmos a “evidência” que temos (o velho testamento principalmente) Deus JAMAIS iria querer que explorássemos o mundo. Pois justamente por “explorar” o mundo que Adão e Eva foram banidos do paraíso. Se o deus cristão existisse, todo grande cientista teria sido eletrocutado com um raio divino, por desafiar a “soberania” de deus a cada descoberta.

      Ao meu ver sua fé não se baseia no conhecimento em si, mas nas dúvidas que eles geram. Sim é nas lacunas que você sustenta seu deus, pois senão, seus comentários não seriam sempre recheado de perguntas “sem resposta”. Se isso não é “fé nas lacunas” eu não sei o que é.

    • 3 Maria
      janeiro 18, 2010 às 2:20 am

      Primeiramente, quero dar meus parabéns ao dono do blog, mt interessantes seus posts.

      Eu, como vc, tb sou… Digamos, neutra, acredito, mas não acredito. Não dá afirmar se existe ou não existe Deus, afinal, estamos fluando no meio do nada.
      Mas ao meu ver, o bíblia, a igreja, a fé, tudo foi criado pelo homem para simplesmente, manipular outros serem que acreditam. Sabe, aquela historinha que mamãe falava “não deixa a gaveta aberta, pq vc vai ficar pobre”? Pois é, acredito que muita coisa que ouvimos sobre Deus, vai muito por esse caminho. O que de certa forma não é tão ruim, como um dos mandamentos “não matarás”… É, se fosse isso mesmo, não existiria assassinos na face da Terra. Entre outras cositas!

      Agora, caro, rembrandt donizete castro, dá p/ ver q estuda, ou não, sei lá. Mas o seu manisfesto (que tentei ler, mas parei), é extremamente longo, cansativo, e desculpa, chatinho. Você, fala, fala, fala, e não fala nada.

      Suas perguntas tb, não querem dizer nada. Deus poderia te explicar, certo? Ele te responde?
      Mas já que vc acredita mesmo que Deus existe, será vc poderia me responder algo?
      Se ele, realmente existe, pq acontece tanta tragédia?
      Eu tenho um palpite, acho que, no fundo, no fundo, a culpa sempre será do homem.

      Sabe pq? Pq é ele (nós), e só ele (nós) que cada vez mais destrói o planeta.

  2. 4 Maria
    janeiro 20, 2010 às 10:52 am

    AAh esqueci de um detalhe, as impressões digitais nada tem a ver com o dna, mas sim “no contato dos dedos dos fetos com o ambiente intra-uterino. Como estão em posições ligeiramente diferentes na barriga da mãe, eles travam contato com ambientes distintos” – afirma José Luiz Lopes, papiloscopista e presidente da Associação Brasiliense de Peritos Papiloscopistas (Asbrapp).

    É o que acontece com gêmeos univitelinos, apesar deles terem o mesmo DNA, suas digitais são diferentes….

    Ah mas pq cargas d´águas isso tem a ver com o assunto?!? Sei lá tb, não tive saco de ler tudo!

    • janeiro 20, 2010 às 1:02 pm

      Hahahahahaha, obrigado pela pesquisa!
      Acho que isso derruba uma afirmação em forma de pergunta feita pelo Rembrandt. Já que ele considerou que as impressões digitais seriam formadas pelo DNA. Eu considerei também em minha resposta ou seja, cometi o mesmo engano. Não pesquisei a veracidade de tal afirmação feita por ele, pois de fato critiquei a estrutura do argumento em si.

      Sinceramente, com uma pesquisa muitas perguntas são respondidas. Obrigado pela informação Maria! =)


Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s


Aterro Sanitário

Lixo da Vez - Ronaldo o FENOMENO?!

Oi, queria agradecer ao espaço cedido pelo amigo e também entusiasta da copa, Bocadoogro.
Vocês sabem que eu sempre fui brasileiro desde que nasci no Brasil. Gosto muito do brasil e vou curtir muito assistir a copa do meu telão de cinema na minha casa lá na europa.

Mas vim aqui para um assunto mais importante. Essa palhaçada toda de protesto a respeito de usar dinheiro da copa para fazer hospital. Amigo, repito e disse, não se faz copa com hospital! Precisamos de estádio. Esse dinheiro que foi pro estádio não iria para hospital. Se não fosse pela copa o estádio nem o hospital existiria.

Vocês reclamam de hospital, não entendo! Sempre que fico gripado ou preciso de médico o Sírio-Libânes tá lá de boa. Não entendo essas reclamações. Neste ponto eu apoio meu amigo Pelé, grande sábio. Vamos esquecer essas bobeiras e focar na copa.

Grande abraço para vocês, do Ronaldinho Fenômeno.


%d blogueiros gostam disto: