22
nov
09

Fluxo

Olá a todos. Fim de semana nojentamente quente. Feriado tão quente quanto. Prós? Pegar praia, curtir, sair. Contras? Se concentrar pois precisa fazer pesquisas e trabalhos da faculdade. Por incrível que pareça me encaixo nos contras. Legal, afinal sempre fui chamado de “do contra” mesmo não é?

Trabalho foi bem, diria. Basicamente a conclusão foi explicitar o choque entre a visão de Amor ocidental mais difundida (aquela da cara metade, procurar sua alma gêmea) com a suposta fragmentação do sujeito contemporâneo. Digo suposta pois apesar de ser uma teoria bem concisa e difundida no meio acadêmico, ainda não a compreendi totalmente. Justo dizer que essa compreensão parcial que me faz relutar em concordar com alguns de seus conceitos. Para isto temos solução – estudar.

A idéia de amor, a liquidez dos relacionamentos e o “espírito” da moralidade humana (considerando que tem uma origem em comum, ok ok, talvez esteja forçando um bocadão a barra) são questões que me intrigam. O amor. Frequentemente somos bombardeados por essa idéia de cara-metade. Uma questão pertinente – Se todos nós temos uma alma gêmea solta por ai, a nossa espera, mas e se ela for isolada geograficamente de nós? Resumindo: minha alma gêmea mora no Japão. Estaria eu fadado a viver em miséria e tristezas o resto de minha vida? Seria privado do “amor pleno” que tão somente minha “cara metade” poderia me dar? É uma idéia de amor o tanto quanto fraca e limitada. Para não mencionar como soa “conto de fadas” para mim.

A moral humana. Se é que ela existe (sem querer soar niilista) qual seria sua origem? Como poderíamos tentar traçar um “comum” ou uma possível uniformidade. Moral vem da religião? Não. Eu por exemplo, não possuo uma religião, mas fui criado em meio valores católicos. Eu diria que é puramente coincidência (ou mais um sinal dessa origem em comum) que matar seja errado para mim tanto quanto para um japonês do outro lado do mundo. Afinal religião é um fator cultural. Curioso é a idéia que todas elas quase, carregam de sua verdade ser suprema. Até Jesus lidava em certezas absolutas, ao pregar o seu Deus no Novo Testamento. Condenando indiretamente quem não o aceitasse ou duvidasse dos seus supostos milagres.

Da onde mais poderia vir a moral, tão flutuante em nossa sociedade? Aliás, o que é moral? Isso não é apenas um ponto de vista?

Acho que foi um dos poucos (se não primeiro) post misto que faço, mas é que estou com tantas coisas na cabeça. Idéias e a necessidade de um estudo sobre várias coisas. Porra, quase que hiper-atividade cerebral.

Vou seguir o fluxo e ver onde isso dá. Abraços a todos! E desculpem pela abstinência.

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Lixo da Vez - Ronaldo o FENOMENO?!

Oi, queria agradecer ao espaço cedido pelo amigo e também entusiasta da copa, Bocadoogro.
Vocês sabem que eu sempre fui brasileiro desde que nasci no Brasil. Gosto muito do brasil e vou curtir muito assistir a copa do meu telão de cinema na minha casa lá na europa.

Mas vim aqui para um assunto mais importante. Essa palhaçada toda de protesto a respeito de usar dinheiro da copa para fazer hospital. Amigo, repito e disse, não se faz copa com hospital! Precisamos de estádio. Esse dinheiro que foi pro estádio não iria para hospital. Se não fosse pela copa o estádio nem o hospital existiria.

Vocês reclamam de hospital, não entendo! Sempre que fico gripado ou preciso de médico o Sírio-Libânes tá lá de boa. Não entendo essas reclamações. Neste ponto eu apoio meu amigo Pelé, grande sábio. Vamos esquecer essas bobeiras e focar na copa.

Grande abraço para vocês, do Ronaldinho Fenômeno.


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