14
nov
09

Inspiração latente…

Buenas tardes a todos. Sei que ando meio relapso com o blog, não estou conseguindo manter meu ritmo de todo dia postar algo novo. Algumas vezes isso é bem difícil, outras simplesmente não tenho o que postar. Ultimamente tenho estudado (tenho trabalho pra entregar segunda) além de estudos por conta própria. Isso é ótimo, mas infelizmente me atrapalha o “meio-de-campo” com o blog. Irei falar um pouco neste post sobre a estória da princesa/príncipe e um pouco de como inspiração funciona comigo…se é que posso dizer “funciona” para isso hehehehe.

Este conto em específico, foi uma experiência catártica. A inspiração principal foi uma música, chamada Maenam do jogo Braid (mais detalhes do jogo aqui). Essa música faz parte do álbum Hidden Sky da Jami Sieber (músicas para ouvir aqui).

Por incrível que pareça não sou “fã” de música como normalmente as pessoas são. Gosto de música e ouço, mas muito pouco. Por exemplo para tarefas que me exigem atenção ou certo raciocínio, música atrapalha. Aquele som que ficaria tocando “ao fundo” ao invés de me ajudar acaba por me atordoar.

Esse caso foi uma raríssima exceção. Produzi algo inteiramente inspirado por essa música e por pequenos eventos de minha vida. Claro também um bocado de fantasia. O elemento principal foi uma música, responsável por desencadear todo o processo criativo, composto por essas outras pequenas coisas. Pessoas, memórias, lugares, estórias e outros contos foram as minhas múltiplas fontes de inspiração.

Curioso pensar no poder que a música pode ter se deixarmos. Lembro que os primeiros versos eu escrevia de olhos fechados (já gravei o teclado e a posição das teclas, UBBER nerd =P ) depois só ia corrigindo pequenos erros e colocando as sentenças de modo fazer algum sentido. A priore não mudei muita coisa, pois queria que esse conto fosse algo que refletisse o “interior emocional” sem que a “razão” desse “pitaco”. Queria algo o mais transparente possível quanto a isso.

Particularmente gostei do resultado e por incrível que pareça a estória fez algum sentido pra mim. Brinquei com muitas metáforas e fiquei satisfeito. Provavelmente muitos leram e não entenderam lhufas. Normal. Esse conto eu não foquei em uma narrativa ou “plot” para construção da estória. Escrevia a medida que as palavras iam surgindo. Alterei o mínimo possível para que fizesse pelo menos algum sentido (até mesmo para mim, hehehehehe).

Pretendo escrever mais contos assim. Ultimamente esse tipo de inspiração forte não tem surgido, esse conto foi algo único e totalmente inédito para mim. Tenho expectativas que isso seja algo “treinável” para poder ter momentos como estes com maior facilidade. Espero que tenham gostado de ler o conto tanto quanto eu gostei de ter feito!

Abraços a todos e até breve!

Obs – Não esqueci do caso de John, do Cultos a Carga, irei em breve falar sobre isto!

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Lixo da Vez - Ronaldo o FENOMENO?!

Oi, queria agradecer ao espaço cedido pelo amigo e também entusiasta da copa, Bocadoogro.
Vocês sabem que eu sempre fui brasileiro desde que nasci no Brasil. Gosto muito do brasil e vou curtir muito assistir a copa do meu telão de cinema na minha casa lá na europa.

Mas vim aqui para um assunto mais importante. Essa palhaçada toda de protesto a respeito de usar dinheiro da copa para fazer hospital. Amigo, repito e disse, não se faz copa com hospital! Precisamos de estádio. Esse dinheiro que foi pro estádio não iria para hospital. Se não fosse pela copa o estádio nem o hospital existiria.

Vocês reclamam de hospital, não entendo! Sempre que fico gripado ou preciso de médico o Sírio-Libânes tá lá de boa. Não entendo essas reclamações. Neste ponto eu apoio meu amigo Pelé, grande sábio. Vamos esquecer essas bobeiras e focar na copa.

Grande abraço para vocês, do Ronaldinho Fenômeno.


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