12
nov
09

Catarse…

Olá pessoal. Revirando meus arquivos achei um texto. Produzido juntamente com aquela história que postei logo no início? Lembram? Da princesa e o príncipe (quem quiser, link para o início aqui). Pois achei um fragmento que na época que produzi não encaixava-se cronologicamente ao corpo da história. Portanto decidi deixá-lo de fora. Sem mais delongas ai vai…

Assim como a floresta que o cercava, era a Princesa. Sua presença era tão dominante, ele podia respirar seu perfume onde quer que estivesse. Aquela noite, a floresta parecia querer falar com sussurros. Sentia a voz da princesa bem baixinho em seu ouvido.

Nada irá mudar…” ouvia. Ele estabelecera uma conexão forte com a princesa. Coisa de alma. Algo guardado nas profundezas abissais de seu ser. Apesar disso tudo, ainda sentia uma sensação colossal, algo profundo. Jamais soubera dizer o que sentia, se era bom, ruim. Como quantificar e classificar os grãos de areia de uma praia? Quantos litros de água existem no oceano? Improvável. Sentia o conflito ainda, amaldiçoado (ou abençoado?) pelo beijo. Queria encontrar respostas, mas sabia que não importaria o quão fundo fosse naquele bosque. As respostas estavam aonde ele menos desconfiava. Em seu coração, em seu ser, em sua alma. Apesar da escuridão, somente desafiada pela tênue luz da lua, continuava a caminhar a esmo como em uma espécie de ritual. Os vapores de sua caldeira dependiam daquele exercício para funcionar. Ansiedade. Mais uma vez dominara.

Quando deu conta de si, já havia caminhado mais de 1 hora sem perceber. Deu uma cansada gargalhada ao lembrar de como a princesa fazia piadas com sua ansiedade. Momentos tão soltos, tão leves, quase que se podia pegar no ar. Como era gostoso lembrar da princesa. Ele queria isso de novo, mais e mais. Gostava tanto da princesa, de maneiras tão distintas. Tantos “gostar”, reunidos em um sentimento só. Todos convergiam de uma forma harmoniosa, que quando os sentia, uma paz titânica invadia seu ser. Uma paz que lhe tirava sorrisos do rosto, o peso dos ombros e o fazia relaxar.

Mas o que ele queria mesmo era ser tudo isso para a princesa. A voz da princesa soava como as mais belas sinfonias compostas pelos maestros mais apaixonados em toda existência. Seu olhar esmeralda penetrava-lhe a alma, como radiação. Seus sorrisos brilhavam, em conjunto com seu rosto, como se fosse tudo um evento orquestrado. Milhares de adornos tomavam lugares em sua face, enfeites, como um festival. Onde tudo se encantava. O Sorriso de um anjo. Algo celestial. Irresistível.

Seu corpo lhe arrancava suspiros, seus detalhes, suas nuances. Seus truques. Ele não sabia ao certo, mas a princesa possuía algo que despertava tudo isso. Que lhe fazia ver tudo isso, dessa tal forma. Queria entender, mas não fazia sentido. Não era para fazer.

Apenas sorriu, sabia que havia descoberto algo de potencial infinito dentro de si.

Na princesa.

Levantou-se do chão, queria sentir a noite em seu rosto. Com um sorriso, que se equiparava ao da princesa, seguiu adiante. Estava radiante. Naquela noite, a lua deixou de ser a única a iluminar o seu caminho…

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Lixo da Vez - Ronaldo o FENOMENO?!

Oi, queria agradecer ao espaço cedido pelo amigo e também entusiasta da copa, Bocadoogro.
Vocês sabem que eu sempre fui brasileiro desde que nasci no Brasil. Gosto muito do brasil e vou curtir muito assistir a copa do meu telão de cinema na minha casa lá na europa.

Mas vim aqui para um assunto mais importante. Essa palhaçada toda de protesto a respeito de usar dinheiro da copa para fazer hospital. Amigo, repito e disse, não se faz copa com hospital! Precisamos de estádio. Esse dinheiro que foi pro estádio não iria para hospital. Se não fosse pela copa o estádio nem o hospital existiria.

Vocês reclamam de hospital, não entendo! Sempre que fico gripado ou preciso de médico o Sírio-Libânes tá lá de boa. Não entendo essas reclamações. Neste ponto eu apoio meu amigo Pelé, grande sábio. Vamos esquecer essas bobeiras e focar na copa.

Grande abraço para vocês, do Ronaldinho Fenômeno.


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