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E se…

E se conseguissemos controlar o fluxo do tempo? Voltar atrás de coisas ditas, voltar a viver aquela nostalgia da infância, desfazer nossos erros…se o perdão realmente existisse? Ao magoarmos alguém com palavras e pedissemos perdão, aquela pessoa simplesmente diria “Ok, te perdôo” e tudo aquilo dito não existiria mais. E se…?

Essas e muitas outras questões são parte de um dos jogos mais belos que já joguei. Braid. Não canso de falar deste jogo. Como colaborador do nonuba.com.br fiz uma análise (clique para ler) mais técnica do jogo. Aqui irei falar da parte mais filosófica, deixando de lado jogabilidade, gráficos e essas coisas que compõem uma boa análise técnica.

Ao começar pela música. Sinfonias compostas com maestria por diversos músicos, dentre eles o destaque é Jami Sieber. A música do cenário principal de Braid, “Maenam” é cheio de mistérios e melancolia. Como se a música em si fosse uma enorme descoberta constante. Cada segundo da música fica mais e mais perto de um clímax que acreditamos estar por vir, mas nunca vem.

Tim cometera um erro. Esse erro lhe custou a princesa. Agora Tim irá atrás da princesa passando por diversos mundos até alcançá-la…

Essa simples premissa resume o que é história de Braid (spoilers a frente, quem não quiser estragar a surpresa do jogo não leia), mas acontece que a realidade é outra – Tim é um físico durante a segunda guerra mundial e a busca incessante pela princesa nada mais é, do que a busca dele por um conhecimento: como construir a bomba atômica. Essa metáfora poética de Braid torna o jogo ameno e leve, para simplesmente causar um enorme choque e surpresa ao jogador, quando ao final ele descobre que o vilão era ele. A última fase do jogo foi perfeitamente construida para que tenhamos esse impacto.

Braid é como um enorme quadro. Ele é composto por diversos elementos, possui música, visual e interação. Todos esses elementos levando ao jogador uma experiência única. Espero ter a oportunidade de jogar mais jogos como Braid, que passam do simples lazer e povoam nossas mentes com pensamentos e reflexões…

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Aterro Sanitário

Lixo da Vez - Ronaldo o FENOMENO?!

Oi, queria agradecer ao espaço cedido pelo amigo e também entusiasta da copa, Bocadoogro.
Vocês sabem que eu sempre fui brasileiro desde que nasci no Brasil. Gosto muito do brasil e vou curtir muito assistir a copa do meu telão de cinema na minha casa lá na europa.

Mas vim aqui para um assunto mais importante. Essa palhaçada toda de protesto a respeito de usar dinheiro da copa para fazer hospital. Amigo, repito e disse, não se faz copa com hospital! Precisamos de estádio. Esse dinheiro que foi pro estádio não iria para hospital. Se não fosse pela copa o estádio nem o hospital existiria.

Vocês reclamam de hospital, não entendo! Sempre que fico gripado ou preciso de médico o Sírio-Libânes tá lá de boa. Não entendo essas reclamações. Neste ponto eu apoio meu amigo Pelé, grande sábio. Vamos esquecer essas bobeiras e focar na copa.

Grande abraço para vocês, do Ronaldinho Fenômeno.


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