25
set
09

Daí, iremos…

Pois bem, pois bem!

Como vão hoje, uh? Dia tá frio aqui por Niterói. Como diria Djavan, um bom dia para ler um livro. Falando em livro, mais adiante irei postar sobre o livro que estou lendo, Homo Ludens, do Johan Huizinga. Filosofia. Livro é bem denso e requer uma atenção extra na leitura (muitas vezes tive de ler certas passagens mais de uma vez), mas não irei estender muito sobre o livro. Irei deixar isso para um post seguinte.

Bem, nas minhas tentativas de escrita, brinquei com alguns gêneros de escrita e narrativa. Em um momento de inspiração épica, resolvi escrever um conto, uma mini história romântica (blergh!) influenciada por diversos fatores. Música, idéias, sentimentos e etc. Uma espécie de escrita catártica. Eu escrevia o que vinha na cabeça e só depois dava uma mexida pra não ficar tão sem noção. Irei colocar fragmentos da história aos poucos para não ficar muito extenso e não provocar preguiça nos leitores. Poxa, afinal eu sou um cara legal não é mesmo? =)

“Então seus lábios se tocaram pela primeira vez. Eles sabiam que não haveria volta. Algo havia sido violado. Entreolharam-se, algo havia mudado. Passaram-se tantos anos, mas aquilo permanecera. O sentimento de passados distantes reacendia, naquele instante. O beijo. Foi necessário mais que um infinito momento de breve meditação profunda, instante perfeito, maldito, desejado, temido. Pequenos segundos de pura intimidade, por um segundo ambos baixaram suas guardas, pesadas carapaças de imagem e etiquetas. Sabiam muito bem o que sentiam um pelo outro, queriam demonstrar, mas não o faziam. Queriam sentir, mas não o faziam. Algo proibido, algo misterioso. Um não entalhado em seus subconscientes, como estampas, censuras secretas, tênues e frágeis barreiras que os impediam. Quebradas, violadas, mesmo que por parcos momentos. Como uma explosão, sentiam que aquilo mudaria tudo. Transformaram-se, puderam enxergar um ao outro de forma plena, mesmo que por alguns segundos. Deixaram suas energias fluir, algo sagrado, algo puro, sentiram a vida correndo-lhes por suas veias, peles, cheiros, toques…”

Nos próximos posts irei postando mais pedaços da história.

Grande abraço a todos!

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Aterro Sanitário

Lixo da Vez - Ronaldo o FENOMENO?!

Oi, queria agradecer ao espaço cedido pelo amigo e também entusiasta da copa, Bocadoogro.
Vocês sabem que eu sempre fui brasileiro desde que nasci no Brasil. Gosto muito do brasil e vou curtir muito assistir a copa do meu telão de cinema na minha casa lá na europa.

Mas vim aqui para um assunto mais importante. Essa palhaçada toda de protesto a respeito de usar dinheiro da copa para fazer hospital. Amigo, repito e disse, não se faz copa com hospital! Precisamos de estádio. Esse dinheiro que foi pro estádio não iria para hospital. Se não fosse pela copa o estádio nem o hospital existiria.

Vocês reclamam de hospital, não entendo! Sempre que fico gripado ou preciso de médico o Sírio-Libânes tá lá de boa. Não entendo essas reclamações. Neste ponto eu apoio meu amigo Pelé, grande sábio. Vamos esquecer essas bobeiras e focar na copa.

Grande abraço para vocês, do Ronaldinho Fenômeno.


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