Arquivo para setembro \30\UTC 2009

30
set
09

“Keep it cool, baby!”

Enfim! Após uma luta com a Velox consegui me conectar. No final não tinha nada de errado afinal. Vai entender. Eu desconfio severamente que ciências voltadas ao PC, linguagens de programação, códigos e afins não são exatas. Tenho uma teoria para explicar esse aparente absurdo, mas como com Hitler e sua teoria da raça pura, até mesmo nas maiores loucuras pode-se achar um “cadinho” de lógica.

Mais um trabalho feito, História da Arte I. Até que foi rápido. O problema mesmo tá sendo de Sociologia/Cultura. Esse sim o bicho vai pegar. Meu cérebro está fervilhando e creio que uma boa idéia surgirá em breve, muito em breve. Tema? Coexistência. Escolher um preconceito e fazer uma imagem que o combata. Preconceito escolhido? Ateísmo. Como citei no meu mini-manifesto, o preconceito contra o Ateu existe. Escolhi abordá-lo para o meu trabalho.

Recebi alguns feedbacks de amigos e aparentemente, o “Aterro Sanitário” é o conteúdo mais “legal”, assim por dizer do blog. Porra, justamente o que eu sento a lenha nas coisas é o que da “IBOPE”, me senti aquelas emissoras esquecidas que recorrem a baixarias para ganhar audiência. Darei um trato melhor ao Aterro, mas ele não será o foco. Fazer um blog pra sentar a lenha nas coisas, é divertido, mas…é divertido. Bem, nada de especial hoje, apenas um post tranquilo, como o nome sugere.

Abraços a todos! =)

29
set
09

Homo Ludens.

Entrega de trabalhos. Ainda. Um já foi! Falta ler uma penca de coisa para História da Arte. Bom, a historinha terminou, mas vai perdurar ai, pelos arquivos do meu blog. Em uma ocasião isolada, eu escrevi um trecho que deveria se passar durante a parte do bosque. Resolvi deixar de fora essa parte por não possuir cronologia com a parte principal. Posteriormente irei postar esse fragmento. “I had to dash, to catch the bus!” Hahahahaha, essa foi pro Fred. Domingo lhe visitei e na hora de voltar tive que correr feito um louco pra alcançar o 996 na praia! E consegui! \o/.

Bem, como mencionei anteriormente, estou lendo o Homo Ludens, um livro de filosofia escrito por Johan Huizinga. Livro data de 39 mais ou menos e trás um conceito chave para a humanidade. O jogo. De acordo com Huizinga, o jogo seja como atividade lúdica ou agonística, sempre esteve presente em todas as esferas de nossa sociedade. Desde rituais mágicos das tribos indígenas mais remotas até os cultos das igrejas mais modernas. Os diversos capítulos do livro dividem-se em temas “O jogo e a filosofia”, “O jogo e o Direito”, “O jogo e a Poesia” etc…

Logo ao início do livro, Johan, coloca um conceito interessantíssimo. Que o jogo, como atividade lúdica, independe dos seres humanos para existir. De acordo com o leitor, a atividade lúdica já existia e era praticada pelos animais. Ele exemplifica isso de uma maneira bem simples. Ao observarmos filhotinhos de cachorro, brincando de morder uns aos outros. Eles sabem que naquele momento, aquela mordida é feita de uma maneira diferente da real. Jamais iremos ver um cachorro, brincando com o outro e essa brincadeira levando a morte de algum filhote. Os cachorros sabem diferenciar a mordida “brincadeira” da mordida “ataque real“. Como “filhotes” humanos, brincando de “luta” uns com os outros. Instinto? Para Johan, instinto nada explica. Ele atribui aos animais o fator da ludicidade e mais, de acordo com o mesmo, o “homem”, pouco adicionou ao conceito de ludicidade como entendemos. Essa lógica que jogo só poderia existir se houvesse uma cultura é derrubada por Johan.

É um livro muito interessante porém denso. Exige uma leitura calma e atenciosa em muitas partes. Recomendo a todos que curtam o assunto. O livro abrange diversas coisas, que logicamente, não irei citar agora. Em posts futuros irei comentar melhor o que entendi do Homo Ludens.

Abraços a todos e boa semana!

28
set
09

Finale…

Trabalhos, correria e faculdade! Serei bem breve, apenas irei colocar neste post o final da história. Sua conclusão. Onde Ele finalmente encontra a princesa. Espero que gostem. Correria, correria! Grande abraço a todos!

“…Ele vivia com essa culpa, como tijolos em suas costas. Jamais se perdoara por isso. Apesar da princesa perdoa-lo, ele não conseguia esquecer. Apesar de ter aprendido a ser uma pessoa melhor. O distanciamento, as grosserias todo pequeno mal que causara a princesa. Seus olhos se estreitaram, queria chorar, pela primeira vez. Seu rosto, abatido, claramente transparecia suas dúvidas e incertezas. Mas ela era tão segura de si! Como podia, ter estado ao meu lado, por todos esses anos, imune as minhas mazelas? Costumava me sentir invencível, perto de todos, mas perto dela eu era apenas. Sua presença era tão gigantesca, tão dominante, ela me deixava tão confuso, tão menino, tão perdido. Ela era muito para mim, foi assim por muito tempo. Até que isso passou, passei a me sentir eu mesmo e a ficar mais confiante diante de sua presença. É como se algo, partisse da princesa, escondido, uma espécie de sinal, que ela quisesse me enviar. Ela sabia quem eu era, como eu era. Quão frágil eu realmente sou. No final, sou eu quem preciso da princesa, e não ela de mim!

Agora tudo fizera sentido! A carta! Ela queria me proteger. Ela estava tão perdida, sabia que eu me tornara tão dependente dela! Ela, perdida, precisava se encontrar, para que só assim então, eu pudesse encontra-la. Ela queria se tornar forte o bastante para nós dois. Para mim…

Meu coração encheu-se, queria lhe dizer que havia mudado! Eu não era aquela figura tão frágil que ela conhecera. Eu havia amadurecido. Eu estou pronto!

Coloquei-me a caminhar, novamente, procurando os passos da princesa. Dessa vez, não haviam passos para seguir. Cabia a mim faze-los, pois eu sabia, que logo atrás estaria a princesa, seguindo-os até se encontrar. Encontrar-me. Finalmente.

Amaram-se tão intensa e plenamente, que a princesa dividiu-lhe seu mais precioso dom, finalmente ela pudera partilhar aquilo que sempre guardou dentro de si, na espera de alguém. Ele. O príncipe agora, possuía o brilho da princesa. Havia sido tocado por um anjo. A princesa…

-Fim-

27
set
09

Seguindo, enfim…

Domingo. Trabalhos para se fazer, faculdade. Mais uma vez fico deitado na cama viajando na hora de dormir. Pensando na vida que foi e que é. Lembro de amigos, eventos e coisas da infância. Daquelas que quando você pensa dá aquela sensação de “Caraca! É mesmo! Era bem desse jeito!”.  Há! Como o tempo passa rápido e violento. Bem, sendo breve, colocarei mais uma parte da história. Abraços a todos e bom início de semana! =)

“…Ele queria se entregar, acreditar na carta, sempre. Mas uma parte de si, por pura segurança, começava-lhe a por dúvidas e a diminuir o passo. Uma parte de si dizia-lhe “Não tenha tanta certeza! A princesa pode lhe machucar!” Ele pensou em desistir, em partir adiante seguir o seu caminho, mas sabia que a princesa era o seu caminho, era tudo que ele queria.

Sentia-se tão conectado a ela, que sentia seu perfume em cada flor, seu olhar esmeralda em cada oceano, seus cabelos dourados em cada raio de sol, seu sorriso em cada canto de sua vida. Quantas vezes estivera perdido e só se achara com um sorriso da princesa? Ela estava por toda parte, era inegável, como se tivesse nascido a partir dela. Queria-lhe demais para desistir, não iria desistir, por mais improvável que fossem as chances, iria desenvolver algo que nunca tivera, a paciência. Sempre fora ansioso, premeditado. Como se isso fosse uma grande lição que a princesa queria lhe dar, sem que ele soubesse. Ele cometera um erro uma vez. Abandonou a princesa quando ela mais precisava. Virou-lhe as costas bruscamente, com desprezo, ignorando-lhe todos os chamados.

Anos passaram-se, até que voltaram a se falar. Tinham mudado tanto! O passar dos anos tornara ambos mais robustos, calejados pelo tempo, pelas incertezas e desilusões.

A princesa, crescida, mudada, carregava consigo uma grande bagagem emocional. Parte do seu mistério, que o encantava tanto. Ele, por outro lado, ainda não havia aprendido uma crucial lição. Inúmeras vezes destratou a princesa, descarregava sua raiva momentânea nela, discussões aconteciam. E sempre, pedia-lhe desculpas por ser tão infantil e grosseiro. A princesa sempre a lhe perdoar. Sentia-se cada vez mais culpado, chegara ao fim do poço, precisava por um fim naquilo. A princesa, com sua sabedoria o ouviu, cada palavra, cada soluço de seu choro, cada perdão em seu discurso. Queria se retratar. Queria mudar, queria se tornar algo melhor, para a princesa. Por ela. Fez-lhe então uma promessa. Jamais iria magoá-la, jamais iria desferir palavras de rancor. A princesa, com um sorriso aceitou sua promessa e viu sua sinceridade, transbordando em seus olhos e disse: “Nada irá mudar…”

26
set
09

Continuando…

Ai vai, mais um pedaço da história. Está quase lá! Abraços a todos. =)

“…Andou. A expectativa de sua jornada chegara ao fim. Ao entrar no quarto da princesa, deparou-se com um bilhete. Seu quarto, tão único, coisas de menina, seus pentes, almofadas, maquiagens, pelúcias. Ele apenas sorria conforme ia descobrindo pequenas peças do quebra cabeças. Sentou-se na cama, abriu o bilhete, ansioso.

Querido. Sei que lerás isso. Sei que estás atrás de mim. Sei que sente por mim o que sinto por você. Perdoe-me, por não estar aqui, por não estar com você. Aquele beijo me perseguira em meus mais profundos sonhos. Tudo aconteceu tão inesperado. Deixei que fugisse de meu controle. Era tudo tão proibido! Queria poder estar com você, mas não posso. Minha vida desmanchara-se em turbilhões, estou tão confusa. Tão perdida! Queria poder partilhar de tudo com você, mas não posso. Coisas que fogem de sua compreensão, além de seu conhecimento. Meu querido, por favor, não me odeie. Quero muito estar com você, mas não agora…apenas não agora. Preciso me encontrar. Não me odeie…”

Ele apenas abaixou a cabeça, não queria chorar. Não sentia ódio pela princesa. Ele a queria de qualquer jeito. Ela era tudo aquilo que lhe faltava. O beijo, sim! Ele provara isso! Aquilo foi a primeira coisa pura e intocada, perfeita em sua essência, que eles jamais experimentaram. Ele sabia que a princesa sentia-se assim também.

Um pavor lhe bateu o peito. A princesa era tão indisponível, tão inalcançável. Se ele chegasse tarde demais? Se ela achasse outro alguém para lhe abraçar, para lhe sussurrar ao ouvido juras de amor? Se ela achasse outro alguém para lhe amar, para ser só dela. Perturbado com tais pensamentos, engoliu o pavor, a sua insegurança e partira das ruínas do castelo, seguindo a estrada, ainda, atrás dos passos da princesa, onde desta vez, perdera-se em incertezas…”

26
set
09

Qual razão?

Interrompendo a história um pouco. Passo a pensar. Qual seria o maior motivo de se ter uma religião? A resposta para essa pergunta são, provavelmente, infinitas respostas. Vou exemplificar umas das que mais me intrigam. A morte e a razão da vida. Qual razão nós vivemos? Trabalhamos? Vamos todos morrer um dia, certo?

Pois bem, acho que o papel fundamental da religião está em cobrir os conflitos gerados pelo “desconhecido” em nós, seres humanos. Não há resposta para a morte nem para a “razão de viver”, o motivo motor da existência dos seres humanos.

Bem eu acho que não há nada após a morte, morremos e ponto. É uma visão crua e desesperadora? Para mim não.

Lembrando que a morte é um tabu cultural. Diferentes culturas lidam com a morte de formas distintas. Todo qualquer tipo de crédulo quase, possui uma versão para o pós-morte. Essa necessidade de “tem de haver algo!”. É um assunto complexo pois mexe com estruturas muito frágeis da existência humana. Existir, por que?

Entendo em parte, a razão de uma mãe, após perder um filho, achar conforto em pensar que ele está em um plano superior, feliz e protegido. Acho que o conforto imediato que uma crença religiosa oferece é tentador.

Bem, tentador, mas não o bastante para mim. Já tentei acreditar em algo e simplesmente não dá. Afinal, qual razão deveria ter para acreditar em algo? Não vejo a razão de termos um ser “onisciente/onipresente/onipotente” agindo sobre nós, reles terráqueos. Pensamentos como “Deus quis!” ou “Graças a Deus!”, realmente não me parecem muito sóbrios. Todas nossas conquistas, devemos sempre, mesmo que em parcela a Deus? Nunca nosso esforço próprio ou desejo? Quando uma desgraça se abate sobre nós, Deus quis? Logo não devemos agir para resolver? É inevitável não sentir uma espécie de conformismo nestes pensamentos.

Qual razão?

26
set
09

Então é!

Enfim, dia! =)

Como vamos? Ontem tive um dia mui bueno! Detalhes, detalhes…

Bom, como prometido irei por mais um pedacinho da história. Ela é maior do que eu pensava, ao todo, umas 5 páginas do word! xD

Para os amantes da música, recomendo Jami Sieber – Hidden Sky (clique aqui para ouvir) a música Maenam (a mesma utilizada na abertura de Braid, irei falar desse fantástico jogo mais a frente!). Recomendo os outros CDs da artista. Bom com essa dica dada, segue mais um pedaço da história! Abraços a todos!

…Adormeceu na árvore, horas passaram-se, sonhara com o beijo, sempre, aquele evento, o cataclisma, a razão de tudo. O causador.

Acordou, era noite, o céu perfeitamente estrelado, sentia-se renovado. Olhou para o céu e lembrou do que havia dito para princesa em certa ocasião…”Se mirar para o céu, na tentativa de acertar uma estrela e errar, não se preocupe! Estarei sempre de prontidão com a minha REDE! Assim não há como errar!”. Ela olhou para ele e respondeu “Não perco meu tempo olhando para o céu. As verdadeiras estrelas caem, de repente, quando menos esperamos, e ficam lá, por nós, sempre por perto…” Lembra do doce sorriso que ela deu, após dizer isso. Doce, perfeito, portal para sua alma, caminho de sua redenção, tudo que ele mais queria para si. Aquele sorriso.

As estrelas pareciam lhe dizer tanto naquela noite, como milhares de sussurros, “Ache a princesa, ela precisa de você!”, frases dissimuladas, como preces profanas em seu ouvido.

Ele sentia um aperto no peito. Lembrava a cada segundo, de todas as conversas que tivera com a princesa. Ela sofrera tanto! Era uma mulher especial, sensível, exposta, machucada por tantos. Ele queria por ela no colo a todo instante e protege-la de tudo aquilo que pudesse feri-la. Sentia agonia, ansiedade, nervoso, misto de sensações que o faziam acelerar o passo e querer acha-la o quanto antes!

Após dias, chegou, finalmente ao castelo. Estava tudo vazio, escuridão apenas violada por tochas que pobremente iluminavam as ruínas, que outrora foram uma rua…




Aterro Sanitário

Lixo da Vez - Ronaldo o FENOMENO?!

Oi, queria agradecer ao espaço cedido pelo amigo e também entusiasta da copa, Bocadoogro.
Vocês sabem que eu sempre fui brasileiro desde que nasci no Brasil. Gosto muito do brasil e vou curtir muito assistir a copa do meu telão de cinema na minha casa lá na europa.

Mas vim aqui para um assunto mais importante. Essa palhaçada toda de protesto a respeito de usar dinheiro da copa para fazer hospital. Amigo, repito e disse, não se faz copa com hospital! Precisamos de estádio. Esse dinheiro que foi pro estádio não iria para hospital. Se não fosse pela copa o estádio nem o hospital existiria.

Vocês reclamam de hospital, não entendo! Sempre que fico gripado ou preciso de médico o Sírio-Libânes tá lá de boa. Não entendo essas reclamações. Neste ponto eu apoio meu amigo Pelé, grande sábio. Vamos esquecer essas bobeiras e focar na copa.

Grande abraço para vocês, do Ronaldinho Fenômeno.